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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Agostinho Rodrigues - Opinião

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 04.11.11

 

O Sr. D. PASSOS COELHO, 1º. MINISTRO DE PORTUGAL, faz-me lembrar a história do pobrezinho ceguinho que pedia esmola sem ver a cara de quem contribuía com a mesma. Mas – o Sr. D. Passos Coelho, não pede – tira e, vê muito bem o rosto dos contribuintes a quem tira. Infelizmente, como estão sob alçada deste e, dos seus colaboradores mais directos, entra-lhes nos bolsos sem dó nem piedade dizendo: - Ficai calados que o pior ainda está para vir com sinal de aviso como se estivesse a alertar todos aqueles que por um motivo ou outro ingressaram na função pública e, que agora aos olhos destes Srs. políticos, são vistos como carrascos e causadores da crise financeira que o País está a atravessar.

Estimados contribuintes pagantes. Como cidadão livre de expressão e opinião, tenho a dizer que repudio firmemente estas medidas aplicadas por estes Srs. políticos e, quero-lhes transmitir que, quando eles nasceram, já eu e tantos outros como eu, trabalhávamos na função pública e, para o bem-estar do País e da sociedade. É certo que naqueles tempos não existiam subsídios de espécie alguma como subsídio de férias, natal, subsídios de renda de casa, subsídios de produção de leite, subsídios por nascimento de crias dos chamados produtores de animais, subsídios para não cultivar, subsídios de rendimentos mínimos e sei lá quantas formas e maneiras arranjaram a incentivar os malandros a viverem sem fazer nenhum - enquanto outros que sempre trabalharam honestamente são os primeiros a serem penalizados com as medidas aplicadas por estes Srs. Governantes actuais. É caso para perguntar: - Onde estão os outros? Será que só foram vistos para os tais benefícios? Será que uns são filhos e outros enteados? Se o País está em crise como os demais intelectuais assim o querem fazer parecer, então que o mal seja dividido por todos e, não sempre pelos mesmos. É que há por aí muito boa gente a viver de barriguinha cheia sem nunca ter feito nada. É que o País está farto de ladrões corruptos que estão à vista de todos nós. Parece mentira mas é mais que verdade. Só aquele que é muito cego é que não quer ver, mas lá que está à vista de todos nós - é um facto real.

Uma grande parte dos políticos que exerceram funções públicas de destaque, ou estão sentados em boas poltronas ou estão com processos judiciais em cima que nunca mais têm fim. Como diz o velho ditado – lá como cá, a conversa é sempre a mesma.

 

Agora, muito boa gente dá a desculpa que a crise é mundial. Talvez seja um pouco isso e, vamos fazer de conta que seja esse o motivo. Mas, na minha pouca sabedoria política ou financeira, não foi bem isso que se passou em Portugal. O que se passou em Portugal, foi que, com a entrada na C.E. e os milhões começarem a entrar a fundo perdido, deu asas a que muito boas gentes das classes políticas se abotoassem muito bem ao mesmo tempo que iam adoçando os bigodes a outros, principalmente da cor política, enquanto outros ficavam em rol de esquecimento na prateleira à espera de novas oportunidades. Agora toda essa cambada de oportunistas corruptos, não são chamados a contribuir com os lucros usufruídos e que usufruem mas, os funcionários públicos e pensionistas é que têm de pagar o luxo desta cambada de parasitas bem-falantes pomposos engravatados que, não têm pejo nenhum em nos por a mendigar. São estes os políticos que ao longo dos tempos temos tido em Portugal. Como cidadão, tenho a dizer que estou muito desiludido com os políticos que nos têm governado.

Estes últimos governos, quer P.S. – quer P.S.D. – fazem-nos lembrar os viciados em estupefacientes ou álcool que – recorrem sempre Aos meios mais fáceis de adquirir dinheiro para matar os vícios, não olhando aos meios para atingir os fins. Infelizmente, quer o interior governo – quer o presente, assim o fizeram. Foram precisamente ao bolso daqueles que menos hipóteses tinham em fugir às garras dos abutres famintos de poder e dinheiro para satisfazer caprichos de uns em prejuízo de outros. Assim – caros contribuintes – qualquer Zé da esquina governa.

Já no tempo dos imperadores assim o era. O POVO é que pagava a crise através de impostos aplicados sem dó nem piedade em cima de um povo subjugado ao poder e caprichos de uns certos senhores. Ao que parece – os tempos mudaram em forma e feitio – mas o idealismo parece ser o mesmo.

Também quero expressar aqui a minha satisfação pelos bonitos textos publicados dos nossos conterrâneos António Cândido, Agostinho Ribeiro, Francisco C. Ribeiro e, de um modo geral a todos quantos se dão ao trabalho de escrever e publicar os mesmos. A todos um grande abraço do conterrâneo Agostinho Rodrigues.

Quinta das Laranjeiras – Fernão Ferro, aos 04-11-11

 

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às 12:26

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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1 comentário

De cunha ribeiro a 04.11.2011 às 12:32

Parabéns, Agostinho Rodrigues, Vê-se que continuas atento aos desvarios dos políticos  imberbes da nossa nação...

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