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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Poema ao emigrante, de António Rocha da Costa

por cunha ribeiro, Domingo, 27.11.11

POEMA AO EMIGRANTE PORTUGUÊS
 
Quando o emigrante parte p’rò estrangeiro,
Deixando a sua terra tão querida;
Cuida que vai ganhar muito dinheiro,
Ao realizar o sonho da sua vida.
Por vezes, vai sem rumo ou paradeiro,
Mas vive ansiosamente essa partida.
E ao partir vai então, sem rumo ou norte,
Podendo ir procurar, a vida ou a morte.
Deixando ainda, a sua esposa amada,
E os filhos, que jamais esquecerá;
Partindo, busca a bela e almejada,
Fortuna, sem saber se a alcançará?
Sem nem sequer pensar, na desgraçada,
Má sorte, que a qualquer mortal virá!
Porém, o grande e eterno sonho seu,
É o regresso à Pátria onde nasceu.
Parece ser destino o deste povo,
Tão destemido e heróico Lusitano;
O de emigrar p’ra longe como eu provo,
Inda que nisso possa haver engano.
Engenha descobrir um mundo novo,
E regressar à Pátria, cada ano,
Cuidando ser feliz, e de repente!...
A vida, lhe é ceifada em acidente.
Lutador belicoso e mui guerreiro,
Tem pois muitas batalhas conquistado;
Foi sempre um Português aventureiro,
Depois de tantos mares ter navegado
Foi nos descobrimentos pioneiro,
E ao descobrir, ficou logo emigrado.
Abandonando então, suas raízes,
P’ra ir colonizar outros Países.
Há muitos que por lá se estabelecem,
Alcançando fortuna desmedida;
Mas quantos que também por lá padecem,
Dizendo mal da hora da partida?...
Pois se estes, de infortúnio tal soubessem,
Jamais davam tal passo, em toda a vida.
Se uns, pela sorte são mui bafejados,
Outros, por ela são indesejados.
Tão longe, lá da Pátria Lusitânia,
P’los cinco Continentes ele está:
Na Europa, Ásia, África e Oceânia,
Na América do Sul e Canadá.
Vivendo com uma tal saudade insânia,
Quem lhe dera o regresso fosse já

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às 23:44

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