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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Pessoas antigas de Aguiar

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 02.12.11

                          

    Em 1920 as famílias tradicionais na Freguesia de Irajá foram os Gamas, os Bral, os Campos e os Borges.

O Rio Ilustrado de 1937 nos dá uma riqueza de informações a respeito principalmente a entrevista junto ao Sr. Antonio José Braulio, patriarca da família.

Antonio José Braulio residiu na estrada da Água Grande, um pouco além da Igreja de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá. Pela pesquisa histórica, foi uma das singulares e expressivas figuras da história de Irajá.                       

    Como se vê, era só tomar o bonde Irajá e saltar em frente a paróquia, na época matriz, andar alguns metros e pronto, sua casa despontava. Uma vivenda típica do campo.

Homem alegre e bem disposto, sempre ostentando sua indumentária de fazendeiro, Antonio José Braulio, orgulhava-se de ser casado e fazia questão de sempre que possível, apresentar sua esposa, dona Ana Ribeiro Braulio.

Segundo as pesquisas, Sr. Antonio José Braulio, era natural de Vila Pouca de Aguiar, em Traz os Montes – Portugal. Veio para o Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1888 e até 1937, ainda era vivo, proporcionando a entrevista.

Seu primeiro emprego nesta cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, padroeiro, foi na Santa Casa, localizada no bairro de Cascadura, onde se transferiu para Irajá, dedicando-se inteiramente à lavoura. Sua senhora, dona Ana Ribeiro Braulio, era filha de Irajá.

Dos 14 filhos do casal, quatro [1937], já eram falecidos, os demais eram: Maria Tereza, João Francisco, Cecilia, José, Emilia, Manoel, Antonio José, Domingos, Ana e Teresa. Todos ,segundo a pesquisa, demonstraram serem continuadores da obra de seu pai, vivendo, como viviam, a mesma vida simples e em plena harmonia.

A propriedade do Sr. Braulio, limitava-se com os terrenos do Sr. Cincinato Braga, residente em Irajá, figura de evidência na política na década de 20, tanto que era visitado, segundo pesquisa no Rio Ilustrado-1937, cortesia da Sra. Norma Zangrando Pereira, pelo Exmo. Presidente da República, Dr. Washington Luiz Pereira de Souza [ Washington Luiz], sempre o visitando na sua vivenda; e sendo o prefeito Antonio Prado Junior, amigo de ambos [gestão de 15/11/26 a 23/10/30], tornou-se triângulo político relembrado e considerado e que, segundo Sr. Antonio José Braulio, na ocasião de sua entrevista ao Rio Ilustrado-1937, como sendo o mais provável motivo para o calçamento de muitas ruas dobairro.

    Além da casa que assemelhava a uma fazenda, o Sr. Braulio teve ainda na localidade, uma enorme área que loteada, daria quase dois mil lotes de terrenos e inúmeras propriedades de que foi dono, constando em 1937 de 30 prédios, um inclusive, funcionou uma Escola Pública com expressivo número de alunos e sempre atento as reformas para adequá-la à época.

Na década de 20, a primeira professora foi D. Maria da Glória Barros Casimiro e atual diretora, na época da entrevista, D. Maria de Souza Cardoso, descendente de uma das famílias tradicionais de Madureira.

Sr. Braulio foi também proprietário da padaria e confeitaria Irajá, localizada na antiga Freguesia de Irajá, em sociedade com um dos seus filhos.

Suas propriedades iam da Freguesia de Irajá a Madureira, passando por Vaz Lobo. Uma das comprovações está na rua Nilo Romero e não Nino Romero, transcrito no Rio Ilustrado-1937, conforme parte da planta de Páginas Amarelas, 2989/1990, onde se vê o logradouro.

O Sr. Antonio José Braulio tinha expressões de simpatia para com os vultos de Honório Gurgel, Manoel Luiz Machado, Otaviano Machado, o velho Antonio Queiroz e outras figuras tradicionais do bairro.  

                                        

                                                     ANA RIBEIRO BRAULIO 

Esposa do Sr. Antonio José Braulio. Seu pai foi, durante trinta anos, sacristão da Igreja de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, exemplo seguidos pelo Sr. Braulio e Sra. Ana, que funcionaram num período de 12 anos, como vice-provedores da referida Irmandade, auxiliando sempre, toas as obras do Templo.

Foi a Sra Ana Ribeiro Braulio que além de aludir aos entrevistadores sobre a Casa dos Romeiros, por ser um complemento da Igreja, concedeu ao Rio Illustrado – 1937 o dossiê, transcrito na "A Tribuna" de 04 de Julho de 1904, sobre a visita a Irajá do Cardeal Arcoverde em 04/7/1904, já transcrito, na parte referente a Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, com o título de "Visita a Irajá do Cardeal Arcoverde".

 

 

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às 23:29

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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1 comentário

De Ribeiro a 03.12.2011 às 02:05

Obrigado adoro ver e conhecer as vidas e costumes dos nossos antepassados

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