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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


"O suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer."

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 10.02.12

 

 

  A melhor definição de suicídio que encontrei até hoje foi esta, de Perros.

  Para mim, que, felizmente, nunca me quis matar, é-me difícil especular sobre este tema. Mas não vou deixar de o fazer. Até por ser um assunto dramaticamente importante.

 O suicídio não será uma força cega que leva o suicida ao encontro da morte. É que o suicida, a meu ver,  não gosta da morte, de nenhuma morte, embora pareça que sim.

  Aparentemente, o suicida também  não gosta da vida, caso contrário  não se suicidaria. Mas, bem vistas as coisas, é óbvio que o suicida gosta da vida. Embora a vida de que ele gosta não seja aquela que tem. O suicida sente-se impotente para sair de uma situação sofredora, por ser a única que pode, sabe, e deseja viver. Não quer outra; quer aquela de outra maneira. 

  O Suicida é geralmente um ser hipersensível. Quando gosta, gosta demais; quando ama, ama demais; quando sofre, sofre demais. É um ser extremamente fiel àquilo que decidiu escolher para si. E nada, nem ninguém o demove de querer só aquilo. E,  ou  tem em plenitude o que quer e é feliz; ou não tem e é infeliz.  E vai sendo infeliz enquanto aguenta viver na sombra da infelicidade. O convívio sofrido com essa carência elementar gera um sofrimento interior insuportável no suicida. Esse sofrimento vai crescendo e paralisando a vontade, numa inércia existencial sem precedentes, e insuportável.

 E lá vem o dia, ou a hora, em que uma vida se veste de negro, no minuto que leva  a cair abaixo de uma ponte, ou a esvair-se em sangue com um revólver por perto.

 

FCR

 

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