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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


COMENTÁRIO

por Francisco Gomes, Segunda-feira, 13.02.12

 

Sr. António Cândido !

 

Estou muito feliz em acompanhar o Blog de Parada e ter oportunidade de ler estes Posters maravilhosos que você escreve, bem como outras pessoas, não vou citar nomes, pois posso esquecer alguém ou então trocar o nome. O importante, é que ao ler as coisas que escrevem sobre pessoas ou lugares, eu me transporto à minha adolescência e sinto muitas saudades do tempo passado, das pessoas citadas, dos lugares e sobretudo da minha Parada querida.

          Tive a oportunidade de voltar a Parada, em junho de 2008. Estou ansioso para voltar, não quero passar mais 58 anos sem rever a minha  Terra Querida. Quero ficar mais tempo, pois só fiquei 30 dias e mesmo assim para conhecer outros lugares, pois não conhecia nada em Portugal. Conheci mais coisas em Portugal, durante os 30 dias, do que os meus 16 anos de vida. A minha irmã Laurinda era o meu guia turístico.

            Sei que você é filho do Senhor Aníbal Cunha, lembro-me, muito, deste Homem e também de sua Mãe. Vocês moravam junto à Capela do Fundo. Alíás, a porta do Quinteiro era ao lado da capela. Na festa de São Pedro,  encontrei um seu irmão. A minha irmã me disse o nome, mas eu esqueci. Ele me disse que havia estudado comigo. Não era você. Pois conforme o seu relato sobre a morte de seu Pai em 1965, você tinha 13 anos, então você nasceu em 1952, eu cheguei ao Brasil, no dia 26 de novembro de 1950. Logo você não podia ter estudado comigo.

            Continue a escrever sobre pessoas, fatos e lugares, pois os lugares que você citou, eu me lembra de todos. A Algobada, o Tojal, a Traganhela, eu relei-o estes nomes com muita saudade. No Tojal, foi onde fizeram o Reservatório para acolher a água de Fonte Castanheira e Regato Porto Cedreira. Quantas vezes, quando andava com as ovelhas, eu metia o nariz naquelas fontes, para beber a água fresquinha. Era diretamente do produtor ao consumidor, sem intermediários.

            Teve outras pessoas que falaram do Zé Bonito, eu me lembro dele, já era um rapazote no meu tempo. Lembro da Mãe dele, a Rosalina, estive junto da casa onde moraram. Lembro também da Iracema, que morava perto do Senhor Ernesto e Tia Soledade.

            Cheguei ao Porto no dia 5 de junho de 2008. O José Campos estava à nossa espera. Seguiu pelo Minho, que eu não conhecia, quando chegou ao Alvão, eu me recordei. Logo chegou à Silveira. Quando avistamos aquele saudoso Vale de Aguiar, aquela Ponte monstruosa. Quando  o José me disse: Olhe lá a sua Parada!. Foi uma emoção tão grande, que até hoje, não sei como o coração deste velho suportou.

                                                 

Abraços para todos aqueles que lêem e escrevem no Blog.

 

Agostinho   Gomes      Ribeiro 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

às 08:39

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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1 comentário

De João Ferreira a 13.02.2012 às 18:41

Senhor Agostinho Ribeiro
Como Paradense e leitor deste Blog, eu sou uma pessoa atenta aquilo que o senhor escreve e o que é que eu vejo em si, um grande Paradense, longe da sua terra, que ao expandir tudo o que lhe vai na alma, ao mesmo tempo mata as saudades, da terra que o víu nascer e das suas gentes.
Eu mais novo 8 anos, conheci-o muito bém, como os seus pais, a sua irmã Laurinda e Alcina. Lembro-me de ter ido 2/3 vezes para o serão, para a casa dos seus pais. Eu sou filho da Delfina e conhecido pelo João da Delfina.
Desde os seis anos, até aos 10 anos andei na escola primária em Agunchos (Cerva), só vinha nas férias grandes e no Natal. Andava muito com o meu tio Domingos. Morava nessa altura nas Lages, com umas escadas voltadas para a sua casa. Sou neto do Senhor Bernardino e escrevi um dia destes sobre parte da vida dele.
Um dia que venha a Portugal, gostava muito de o ver.
Desejo umas rápidas melhoras para a sua esposa e muita saude para si.
Um grande abraço.

João Ferreira

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