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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A transparência eólica da Câmara de Montalegre e a opacidade da C.M.de Vila Pouca de Aguiar

por cunha ribeiro, Domingo, 08.04.12
 
Alguém conhece os números que têm gerado as eólicas aguiarenses?
CR
 
Montalegre esclarece:

860 MIL EUROS
GARANTIDOS

Com este investimento, a autarquia de Montalegre já recebeu 860 mil euros, verba negociada com a ENEOP, empresa proprietária dos parques, como contrapartida imediata para o município. Uma verba, explica Fernando Rodrigues, «conseguida graças às negociações de participação de 20 por cento no capital social que o Empreendimentos Hidroeléctricos do Alto Tâmega e Barroso (EHATB) reclama em nome das autarquias do Alto Tâmega». A somar a este montante «a Câmara de Montalegre vai receber 50 mil euros mensais, fruto dos 2,5 por cento de produção total do Parque Eólico», daí que, reforce o autarca, «este projecto é extremamente vantajoso para a autarquia porque irá ajudar no desenvolvimento da nossa região». Além destes valores, há que ter em conta «o pagamento pelo aluguer dos terrenos às juntas de freguesia ou aos conselhos directivos porque vai ser paga uma renda fixa ou uma renda em função da produção de energia», afirmou Fernando Rodrigues. 
 
«ESTE RENDIMENTO
VEM DO CÉU»
 
No discurso que proferiu, o presidente da Câmara Municipal de Montalegre, teceu rasgados elogios a esta aposta: «estes investimentos eólicos como o que hoje inauguramos, permitem rendas significativas para os proprietários dos terrenos que são juntas de freguesia ou Conselhos Directivos de Baldios e que canalizam esses recursos para centros sociais, para recuperação do património, para infra-estruturas colectivas, para criar melhores condições de vida às populações. E da sua produção vai ainda, directamente para os cofres do município, uma receita de 2,5%.». Acto contínuo, esclareceu: «para um município como o de Montalegre, com 800 km2 (a área da ilha da Madeira), com 135 localidades, com uma rede viária extensíssima, este rendimento vem do céu. Vem do céu porque não estamos habituados a que os homens nem os governos façam coisas tão generosas, apesar de elementarmente justas. Porque, não é justo a uma região ter uma participação na riqueza que dá ao país? É. Ou devia ser. E digo devia ser, porque, noutra área de energias renováveis e limpas, no caso das barragens, não tem sido».

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às 21:21


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