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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Outro exemplo de como se perde a razão

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 19.04.12

É o caso dos trabalhadores da RTP. Denunciam o pedido de excepção feito pela Administração ao Governo ( e muito bem); mas acabamos por perceber que eles próprios fizeram o mesmo pedido, só que à Administração. Esta gente tem uma lata!

 

CR


Carta aberta ao ministro das Finanças

Trabalhadores da RTP classificam de "vergonha" o pedido da administração de excepção aos cortes salariais

19.04.2012 - 18:35 Por Maria Lopes

CT enviou carta aberta ao ministro das Finanças com críticas à actuação da equipa de gestão do grupo público de TV e rádioCT enviou carta aberta ao ministro das Finanças com críticas à actuação da equipa de gestão do grupo público de TV e rádio (Pedro Cunha)
 A Comissão de Trabalhadores considera que seria uma "vergonha" para o Governo aceder ao pedido do Conselho de Administração que quer ser considerado uma excepção aos cortes salariais, podendo assim manter vencimentos acima do do primeiro-ministro.

Numa carta aberta ao ministro das Finanças, a CT afirma que ao requerer que os seus membros fiquem isentos do limite de vencimento de 6850 euros mensais - que é o valor atribuído ao chefe do executivo -, a administração da RTP está a pedir para lhe ser reconhecido "mais mérito do que ao Governo e, concretamente, mais do que ao primeiro-ministro". 

"Nisso não haveria nada de mal", dizem os trabalhadores, "se a gestão da RTP fosse realmente melhor do que a governação do país". O ónus da questão está agora nas mãos de Vítor Gaspar: depois de ter ouvido o ministro falar em Washington sobre "a necessidade de uma justa repartição dos sacrifícios" a CT considera que ter uma administração "a receber vencimentos superiores aos do primeiro-ministro seria um escárnio para essas declarações" e "seria, para o Governo, uma vergonha".

Na carta, a CT deixa duras críticas à actuação da equipa liderada por Guilherme Costa que, diz, "não tem estado à altura das suas responsabilidades" e por isso também não estará "à altura do privilégio que agora requereu e a que outros gestores, da CGD e da Empordef, aparentemente preferiram renunciar". Mais: os trabalhadores dizem ter entregue à administração um pedido para que requeresse junto do Governo uma excepção aos cortes salariais, como aconteceu na TAP. Mas além de não lhes ter respondido, o Conselho de Administração "tratou, pelo contrário, de pedir uma excepção para si próprio".

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