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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


POR TERRAS DE VILA POUCA

por cunha ribeiro, Domingo, 14.10.12

Ainda sem “Pedra de Toque”, continuamos pelos concelhos vizinhos de Chaves. Hoje com duas imagens de duas aldeias de Vila Pouca de Aguiar.

A primeira do castelo do Pontido e a segunda, do outro lado do Vale de Vila Pouca – Parada de Aguiar ou do Corgo, uma autêntica capital do espigueiro ou dos canastros, como preferirem.
( Do Blog: CHAVES, OLHARES ), de Fernando Ribeiro

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às 13:17

REGRESSO À INFÂNCIA

por cunha ribeiro, Terça-feira, 09.10.12



Estou em cima do escano, na cozinha da antiga casa - a casa em que nasci, em Parada do Corgo. Havia um forno como este. Exactamente assim! Tosco, pedras mal talhadas,  num canto, no mesmo canto. A parede, essa, era diferente , em granito, julgo. E aqui à direita, onde se vê o pão já cozido,  havia um "louceiro", forrado com folhas de jornal, e coladas com farinha de trigo. Atrás da "enfornadeira" crepitava, de manhã à noite, uma lareira que espalhava abundantemente o calor por toda a casa,  durante o Inverno. Ao fundo, outra parede em granito. Encostado a essa parede, um banco onde se sentavam ao serão  amigos e vizinhos ( a Tia Mariana e o Ti João Guarda, com frequência). Contavam histórias de arrepiar. Do lado oposto, um escano, onde gatinhávamos e fazíamos piruetas sem fim.  Um canto, um aconchego, que a criança que fui gravou para sempre no cantinho da memória ( e mesmo no próprio rosto... tal foi a queda desamparada em pleno brasido, a inevitável queimadura, e o sêlo eterno que cá ficou).


FCR

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às 22:51

Recordações: O Sr Tavares e o José Silva Gonçalves ( ou Zé Sapateiro )

por cunha ribeiro, Sábado, 19.05.12

Quatro dos que aqui  ficaram para a posteridade já faleceram: O marido da Professora Alcina ( Sr Tavares), o Sr António Fernandes ( de Montenegrelo), o José, irmão da Maria ( mais conhecido por Zé Sapateiro), e Ana Cunha ( minha tia avó ou madrinha). 

Depois os que ainda vivem: Meus pais, e minha irmã,  Deolinda.











TAVARES


Um Taunus era o seu carro

Ao Tribunal o levava

Alcina  era a  esposa

       Os de Parada ensinava




Era ainda rapaz

Quando a morte o levou

             Oxalá esteja em paz

Pois em guerra nunca andou



FCR





           


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às 17:03

Uma casa com história

por cunha ribeiro, Sábado, 28.01.12

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às 12:46

Referendo na Grécia

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 02.11.11

Serão os gregos mais uma vez precursores de um novo modelo político?

 

 Milhares de manifestantes concentrados frente ao Parlamento grego

 O referendo grego tem a meu ver um duplo objectivo: apaziguar a revolta do povo, e reformar a Constituição.

 Papandreo tem visto aumentar de dia para dia o número de indignados ( à volta de 70.000 acampam junto do Parlamento há uma semana).

 Ora, mais medidas de austeridade neste momento seriam a gota de água para que uma súbita fronda popular eclodisse nas ruas de Atenas e outras cidades daquele país.

 A reforma da Constituição visará uma alteração substantiva ( e não apenas formal) das instituições políticas e judiciárias que têm sido incapazes de suster a corrupção que há muito graça na Grécia.

 O referendo é, talvez, a máxima expressão da Democracia. Esta nasceu justamente na Grécia, e continua a ser a melhor forma de exercer o poder, embora pouco usada pelos políticos, para que não lhes perturbem nas suas políticas mais autocráticas. Porém, a Democracia ainda é, séculos depois de ter sido gerada e praticada pelos cidadãos de Atenas, uma forma de exercer o poder muito imperfeita. Terá chegado a hora de a tornar mais perfeita? 

 Quem melhor do que a mãe ( Grécia) para aperfeiçoar o carácter da sua filha (Democracia)?

 

Cunha Ribeiro

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às 21:53

O humorista pimba

por cunha ribeiro, Sábado, 17.09.11

 

Assim como  não alinho no "alibi" apressado de certos pais que culpam os filhos por gastarem todo o dinheiro que lhes vai parar às mãos e o consomem em droga, também não comungo das acusações tardias que condenam apenas Alberto João Jardim ( ou os seus eleitores!) pela dívida astronómica com que afogou a  Madeira.

 Se no primeiro caso,  os pais me parecem os primeiros responsáveis, visto que educaram mal os seus filhos, e só depois deles apontarei a"fraqueza de carácter" destes; no caso da Madeira, os primeiros responsáveis são todos os governantes deste País que aceitaram as sucessivas chantagens de um HUMORISTA PIMBA que foi apanhando pela grosseria ridícula do seu vocabulário pimba a "saloiada" votante, contando anedotas ao povo, e sacando a massa ao Continente pra fazer autoestradas na sua "quinta bordada pela espuma branca do mar".

 

Cunha Ribeiro

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às 19:06

Pelo seu interesse, trago à primeira página a Resposta de João Queiroga a Luciana Queiroga

por cunha ribeiro, Sábado, 14.05.11


Amiga Luciana;

 

Apenas pelos nomes dos seus avós não consigo identificar qualquer parentesco entre nós. Teria interesse que localizássemos as respectivas terras de origem o que poderia facilitar o esclarecimento. Quanto a mim, sou originário de Cabanes, aldeia do planalto do Alvão. Isto diz-lhe alguma coisa? De qualquer modo, tenho por certa a informação de que a árvore genealógica dos QUEIROGAS tem raízes na região galega de Orense e assumiu diáspora por terras de entre Tâmega e Corgo a partir de onde se espalhou para o resto do país e Brasil como verifico ser o seu caso. Posso dizer-lhe a título de curiosidade, amiga Luciana, que nos anos de setenta do século passado, constavam na lista telefónica de Lisboa, dois nomes de família Queiroga um dos quais o meu!... Entretanto, numa simples pesquisa na NET é possível confirmar a quantidade imensa de Queirogas que hoje em dia se espalham um pouco por todo o lado!...

 

Foi um prazer esta oportunidade de contacto consigo o que agradeço a este espaço da blogosfera e ao seu mentor, Cunha Ribeiro, sempre disponível para a divulgação das nossas terras e das suas gentes. 

 

Disponha.

 

João Queiroga  

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às 22:51

Parada do Corgo

por Fer.Ribeiro, Quinta-feira, 15.04.10

Texto e foto publicado originalmente no blog Devaneios, mas como a Parada é do Corgo e as nascentes são das terras de Aguiar, penso que também fica bem neste blog.

 

 

 

 

.

 

 

Parada

Nos caminhos apertados entre montes

Os mesmos, quem sabe, que no meu reino da montanha

Me levavam e terminavam num Muro

Onde o aperto

dava pelo nome de liberdade

difícil mas total

pura e simples

Onde a sede

se matava na frescura

das águas das nascentes.

 

Tal como Torga

Também eu ia beber água nas minhas fontes votivas

Originais e sem pecado.

 

.

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às 02:30

AS CONTAS DO CONSELHO DIRECTIVO DO BALDIO DE PARADA DE AGUIAR

por cunha ribeiro, Sábado, 13.03.10

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às 15:49

PARADA E OS SEUS GLORIOSOS ANTEPASSADOS: ANTÓNIO DE SOUZA MACHADO

por cunha ribeiro, Terça-feira, 26.01.10
 Casa do Cabo em Fontes - Vila Pouca de Aguiar

Autor: J. Beires    


No livro "Genealogia da Casa do Cabo em Fontes de Aguiar" de José Ernesto de Menezes e Souza de Fontes e seu irmão Guilherme Filipe de Menezes Fontes, Braga, 1969, os pais e os irmãos de Tomé de Souza, são:

I � ANTÓNIO DE SOUZA ou ANTÓNIO DE SOUZA MACHADO, Capitão-mor de Vila Pouca de Aguiar, Capitão de Ordenanças e Juiz Ordinário do mesmo Concelho. Nasceu cerca de 1595 em Parada do Corgo, na freguesia de S. Tiago de Soutelo de Aguiar e morreu depois de 1660 em Vila Meã, na freguesia de S. Martinho de Bornes, onde havia casado cerca de 1625 com CATARINA RODRIGUES, Snr.ª da Casa e Quinta de Vila Meã de Bornes.

Filhos:

II(1) ANTÓNIO DE SOUZA MACHADO, Snr. da Casa e Quinta de Vila Meã, em S. Martinho de Bornes, Capitão das Ordenanças de Vila Pouca de Aguiar, homem nobre do mesmo Concelho. Nasceu no ano de 1628 (5) na sua Casa de Vila Meã e morreu depois de 1702. Casou no ano de 1663 com FILIPA MENDES PEQUENO, que nasceu a 12.1.1640 na vila de Chaves e morreu depois de 1710 em Vila Real; filha de RICARDO MENDES DE OLIVEIRA e de sua mulher JERÓNIMA CARNEIRO DE MORAES; neta paterna de JOÃO RODRIGUES OLIVEIRA, Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, Escrivão dos Órfãos da vila de Chaves, e de sua mulher ANA PEQUENO DE MIRANDA; neta materna de MARTIM CARNEIRO DE MORAES, homem nobre desta vila, e de sua 2ª mulher FILIPA MENDES PINTO. (Com sucessão que consta no livro)
II(2) THOMÉ DE SOUZA (17), 1º Snr. da Casa do Cabo, em Fontes de Aguiar, freguesia de S. Tiago de Soutelo, «Lavrador honrado vivendo de suas fazendas» e Juiz Ordinário de Vila Pouca de Aguiar (1670). Nasceu cerca de 1630 (1633) na Quinta de Vila Meã, em Bornes de Aguiar, e morreu a 18.4.1700, na Casa do Cabo em Fontes de Aguiar. Casou com ANA GONÇALVES, herdeira dos bens de Fontes, que nasceu em Barbadães de Baixo, na freguesia de N. Senhora da Vrea de Bornes, e morreu a 11.11.1708, na Casa do Cabo; filha de JORGE GONÇALVES, Snr. da Quinta de Barbadães e de sua mulher (c. 29.3.1626) e prima ISABEL GONÇALVES; neta paterna de PEDRO FERNANDES, de Fontes, e de sua mulher ANA GONÇALVES; neta materna de DIOGO GONÇALVES, de Fontes e de sua mulher ANA GONÇALVES. (Com sucessão que consta no livro)
II(3) P.e JOÃO DE SOUZA MACHADO, Reitor da Igreja de S. Miguel de Trêsminas. Em 5.6.1695 aparece a instituir o Património para a ordenação de seu sobrinho P.e João de Souza Carneiro de Moraes.
II(4) MARIA DE SOUZA, nasceu na Casa de Vila Meã de Bornes, foi baptizada a 16.10.1632, na Igreja de S. Martinho de Bornes e morreu em Rebordechão. Casou cerca de 1658 com ANTÓNIO JORGE, Lavrador honrado, que nasceu em Tourencinho, freguesia do Salvador de Telões e morreu na sua Casa de Rebordechão; em S. Martinho de Bornes, filho de ANTÓNIO JORGE, de Tourencinho, e de sua mulher INÊS MARTINS, de Rebordechão. (Com sucessão que consta no livro)

Nota de rodapé nº 5 - Quando serve de testemunha nas Inquirições de Genere do Padre António Rodrigues Pinto, em 1702, diz ter 74 anos (A.D.B., Maço 19).
Nota de rodapé nº 17 - Embora com inúmeras omissões de natureza biográfica e salto duma geração por lamentável lapso (pág. 568), a genealogia da Casa do Cabo vem publicada a págs. 566 e segs. do 2º volume da já referida obra «Fidalgos e Morgados de Vila Real e seu Termo», do Dr. Júlio A. Teixeira; genealogia que há, porém, que articular com a que a antecede no dito volume, embora ali se não faça qualquer referência em tal sentido.

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às 23:00

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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