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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Agostinho Rodrigues

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 22.02.16

     “ CONTINUAÇÃO DE PARADENSES QUE PARTIRAM NA AVENTURA DO DESCONHECIDO “

 

Dando continuidade ao nome de Paradenses que partiram e nunca mais regressaram à sua aldeia, hoje vou falar da filha da senhora Lucinda de seu nome BEATRIZ, que também partiu na aventura desse sonho de encontrar o el-dourado como tantos outros Paredenses o tinham feito. Esta, depois de passados alguns anos ter amealhado alguns trocados, acabou por mandar ir o seu sobrinho ABÍLIO, neto da senhora Lucinda, mais conhecido por (GALO DAS LAJES). Não sei porquê o motivo desta alcunha. Julgo ser porque sua avó Lucinda, ter uma certa vaidade no seu neto Abílio, que tão depressa o colocava acima de tudo e todos, como de repente o tratava abaixo de cão – dando deste modo azos a que o Abílio fosse motivo de chacota – quer por parte dos mais velhos – como da parte dos mais novos. Mesmo depois de o Abílio ter partido, ainda continuava a dar motivos para graçolas, porque a Tia Lucinda, onde quer que chegasse, enchia a boca toda de satisfação de o seu neto ter ido para o Brasil, dado que muitos outros também gostariam de ter ido mas não tinham capacidades económicas para tal. Isto porquê? Porque ir para o Brasil naquela época, era considerado como se fosse um privilégio que nem todos tinham acesso. Daí: a vaidade da Tia Lucinda que era conhecida em todo o Vale de Vila Pouca, porque fazia a distribuição das malas do correio por Fontes, Soutelo e Parada. Os mais antigos como eu, de certeza que se devem lembrar desses feitos e de outros da Tia Lucinda.

Enfim: ilusões do tempo como hoje em dia assim acontecem. Vivemos na ilusão de atingir sempre mais? Ou será que a vida a isso nos estimula para não sermos esmagados ao virar da esquina! Ou será que a sociedade em que estamos inseridos a isso nos obriga? Fica aqui a pergunta no ar para os entendidos na matéria da intelectualidade, visto eu ser leigo em tal assunto.

Também da casa encostada à casa da Tia Lucinda, a casa que era da senhora MARIA DO CARMO, hoje pertença do nosso amigo LINO, partiu a filha desta de seu nome EMÍLIA, que: depois de alguns anos da sua estadia em terras do Brasil, acabou por mandar ir a sua irmã ROSALINA, deixando em Parada a Tia Maria do Carmo, que trabalhava noite e dia para poder sobreviver às amarguras da vida e da ausência das suas filhas. Passados alguns anos, estas acabaram por mandar ir a sua mãe para junto delas, tirando-a da vida escravizada que levava em Parada.

AMIGOS: Se a vida hoje em dia é difícil de levar – imaginem naquele tempo. Tempo em que não havia Instituições de apoio para ajudarem a encaminhar as pessoas como hoje em dia se faz. Embora por vezes mal mas, sempre se vai fazendo algo em prol do semelhante desprotegido – embora saiba a muito pouco motivado às políticas que temos tido em Portugal, que mais parecem de enriquecimento para uns e, de escravidão para outros. O queijo está muito mal dividido. Enquanto a chamada UNIÃO EUROPEIA continuar com estas medidas de proteção para uns e de fazer apertar o cinto a outros – nunca mais chegamos ao pelotão da frente como o Sr. Aníbal Cavaco Silva, em tempos tanto enchia a boca ao pronunciar esta palavra.

Como sempre, termino com um grande abraço para todos os Paradenses espalhados pelas mais diversas partes deste Globo, bem assim como a todos aqueles que visitam o Blogue de Parada de Aguiar que, ultimamente está a ficar um pouco esquecido por falta de quem escreva algo. É que: onde todos ajudem – as coisas podem tornar-se mais fáceis e engraçadas. Como em tempos já disse e pedi, escrevam contando as vossas histórias e queixumes. Não tenham vergonha. O blogue, julgo eu – é para letrados e não letrados – porque se for só para letrados eu, estou fora da carroça.

Agostinho Rodrigues

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às 13:18

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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1 comentário

De cunha ribeiro a 22.02.2016 às 22:23

Gostei, Agostinho Rodrigues

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