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viveiro em 1987


O PROGRESSO

por Francisco Gomes, Quarta-feira, 10.05.17

Quando ando pelas ruas da Cidade do Rio de Janeiro, até na própria condução, fico espantado com tantas pessoas de todas as idades, portando telefones móveis, a navegar pela Internet, não importa o local onde se encontram. Eu, naturalmente, também carrego  na bolsa o meu telefone, mas só o tiro se alguém ligar, se não, fica sempre lá quietinho. O telefone móvel transformou-se num objeto muito importante ninguém pode esquecer dele. Ele veio substituir o livro e até o jornal. Antes se viam muitas pessoas a ler ou até consultar o jornal, hoje só vemos telefones nas mãos das pessoas. Por isso, o Rio de Janeiro é a cidade onde são roubados mais telefones.

Não se pode ignorar a evolução e o progresso de hoje. O homem passou com muita rapidez, do lombo do jumento, para as asas do avião supersônico. Isto se faz sentir em todos os segmentos da sociedade. É verdade que o avanço da tecnologia, não se fez sentir somente nas telecomunicações, mas em todos os setores da vida, principalmente na medicina. Na década de 50, a expectativa de vida era de 65 anos. Hoje somente no Brasil, tem um milhão de pessoas a completar 100 anos.

Todos os dias agradeço a Deus pelo tempo em que nasci. Nos meus tempos de jovem e adolescente, não havia nada da evolução que existe hoje.  Dos 12 anos até aos 16 anos, não tinha nada que pudesse ler, por isso, me limitava a colecionar recortes de jornais antigos. Alguma revista que chegava às minhas mãos, além de antiga, era editada em língua estrangeira. Quando ia para a Serra da Padrela, guardar os rebanhos da aldeia, como não tinha nada para ler, limitava-me a apreciar a beleza do Vale de Aguiar, acompanhar os comboios que eram os nossos relógios, ou então, a contar os carros que surgiam pela Carrica até se perder por detrás de Vila Pouca.

Cheguei ao Brasil quando ia fazer 17 anos. Já podia ler diariamente o Jornal “A Noite”, que todos os dias entregavam no local de trabalho. Era um jornal muito instrutivo. Também já podia ouvir música e o noticiário de cada dia, num rádio “rabo quente”. Quando fazia 20 anos, surgiu a primeira Televisão. No centro da cidade em frente às lojas de eletrodomésticos, reuniam-se grupos de pessoas para verem as primeiras imagens de Televisão, em preto e branco.

Hoje quando participo de todo este progresso, fico feliz e agradeço a Deus em viver nesta época e desfrutar de toda esta tecnologia. Vale a pena viver.

    

Deus abençoe a todos

         

Agostinho Gomes Ribeiro 

 

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