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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Um amigo sugeriu-me uma visita ao Blog de Ascenso Simões

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 01.10.14

Antes não fosse...

Cheio de saber que A.S. é "socrático" há muito que lhe tinha perdido o rasto, pois quem não reprovou Sócrates, ou pelo menos o pôs no crivo da reflexão ético-ideológica,  tem o "meu chumbo" certo em ética política...

Já no Blog, deparo, atónito, com uma carta tão profundamente envolvida e "envolvente" que me fez pensar numa espécie de exame da alma, com o próprio destinatário (A. Seguro) estendido no divã psiquiátrico.

A dada altura, escreve, A. Simões:

"O teu sentimento, até revolta, pode ser assumido por alguns dos teus mais próximos. Mas a vida em que estamos exige que saibamos libertar quem connosco está, para que tenha a sua própria vida, não impedindo que continue a caminhada de realização pessoal."

Grande frase, esta, de A. Simões! Extraordinária frase!

Ficamos a saber uma de duas coisas: Que o sentimento de A. Seguro revolta  o autor da carta ...; ou que o sentimento de A. Seguro se pode confundir com  "revolta"...

Ficamos ainda talvez a saber: que os revoltados que estiveram ao lado de António Seguro devem é fazer as malas e ir para outras paragens, para não incomodarem os ex-socráticos, agora Costistas.

 

CR

 

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às 11:57

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO E AS NOSSAS ESCOLHAS

por cunha ribeiro, Sábado, 13.09.14

 

 

 Considero, neste momento, António José Seguro, não um candidato excecional, mas um candidato globalmente melhor que António Costa. Se no que diz respeito à competência, técnica ou política, o não considero melhor, nem pior, já o julgo muitos furos acima no que diz respeito à ética, ou forma de estar na política, e exercer o poder.

 António José Seguro tem, aliás,  insistido que, se for primeiro ministro, governará sempre baseado no rigor dos princípios da transparência e da coerência entre o que se promete e se faz. Por isso, como a mentira me entupiu definitivamente a paciência, tenho hoje a convição que nunca mais votarei num político que não demonstre seriedade política, nem na postura nem no discurso. Assim,  e em consequência, não canalizarei a minha simpatia política, nem o meu voto, para António Costa, porque o acho maquiavélico, oportunista, e sem vontade de mudar o que está mal no sistema político; canalizá-lo-ei, isso sim, para quem está a lutar contra a mentira, e a desonestidade políticas, e faz da política um processo reformador das más práticas, através do questionamento ético da vida em sociedade. Ora essa pessoa é, justamente, António José Seguro.

 Eu sei que é muito difícil escolher alguém para governar bem um país. Quando penso nisto vem-me logo à memória o triste contributo que dei, com o meu voto, para a maioria P.S. de Sócrates, em 2005. Recordo-me que tinha dele a imagem do político de ação. E, muito embora essa imagem se tivesse confirmado no exercício do poder como primeiro ministro, ouve uma faceta escondida da sua personalidade que se revelou de forma arrasadora - a mentira. À mentira, acrescentou a persistência no erro, e a ambição pessoal exagerada. E assim, em vez de um bom primeiro ministro, como esperava, saíu uma fraude.

 Já antes, António Guterres fora uma má escolha, mas por outras e bem mais perdoáveis razões. De facto, António Guterres não falhou pela mentira, nem pela teimosia e persistência no erro. António Guterres falhou por não ter conseguido controlar o partido, que o não deixou governar como se tinha proposto. António Guterres não foi bem uma má escolha, como o foi José Sócrates. A escolha que o próprio fez do seu governo, essa sim, é que terá sido má. Não foi Guterres que governou mal, foram os "guerristas", alguns, que  o prejudicaram, por falta de coesão, remando sem rumo comum, uns num sentido, outros no outro. Não foi Guterres que desbaratou os fundos europeus ao deus dará; foram os incontroláveis ministros e secretários de estado; ou seja, os poderes intermédios nomeados pelo partido, e que têm liberdade para gastar sem controle os dinheiros públicos, seja do orçamento de estado, seja de Bruxelas. Não foi Guterres que conduziu o país para o pântano das autárquicas que o forçaram à demissão, foi o seu séquito político que o golpeou pelas costas, o enterrou, e o esqueceu ou quis esquecer depois do "enterro político". 

 

CR

 

   

 

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às 15:42

Que diz a isto António José Seguro?

por cunha ribeiro, Terça-feira, 21.01.14

A partir de março, e sob o lema de garantir a autossustentabilidade da ADSE, os funcionários e pensionistas do Estado vão passar a descontar 3,5% para o subsistema de saúde. Mas, economistas consultados, esta terça-feira, pelo Jornal de Negócios, provam que a ADSE já se paga a si própria desde 2012.

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às 16:18

COMO AINDA NÃO PROMETEU NADA ...

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 25.09.13
Seguro "Políticos não são todos iguais, aquilo que prometo cumpro"
O secretário-geral do PS procurou hoje traçar diferenças de caráter entre si e o primeiro-ministro, dizendo que cumpre o pouco que promete e que Passos Coelho faltou à palavra ao cortar nas pensões da função pública.

CR

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às 21:37

O Meias Tintas

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 08.02.13

 

Sobre os Governo de José Sócrates, Costa lembra que é amigo do ex-primeiro-ministro. «Se começamos a saltitar e a fatiar a História do PS em função das nossas conveniências ou das nossas proximidades, o PS estará mal. A História julgará cada um de nós e, designadamente, José Sócrates. Eu sou amigo dele, não sou daqueles que o consideravam Deus, não o considero agora o Diabo e a História certamente o julgará», respondeu.


 

 Comentário:

 

É fácil  ter este discurso. É consensual, politicamernte correcto. É tudo menos franqueza de pensamento, autenticidade, ou frontalidade política. É mais do mesmo. Meias tintas.

 

CR

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às 22:58

VENHAM ENTÃO OS ACTOS. ANSIAMOS POR ELES.

por cunha ribeiro, Domingo, 20.01.13

Seguro quer portugueses a acreditarem nos políticos

O secretário-geral do PS, António José Seguro afirmou neste sábado em Coimbra que os socialistas querem que os portugueses voltem a "acreditar na política" e "nos políticos", não com palavras, mas com atos.

 

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às 00:15

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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