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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


AQUELA VIAGEM

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 06.01.10
 
I
 DA PÓVOA...
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...A CANGAS DE ONIS
 

Cangas de Onis Foto
 
 
  O sol daquela manhã de finais de Julho faiscava no tejadilho do “rover de prata”. O Assis e a Guê aparelharam-no de véspera, para iniciar, sem demora, a desejada viagem. Na bagageira repleta, duas lonas dobradas, com esmerado êxito, aguardavam, ansiosas, a  primeira noite. Estavam ali, novinhas em folha, para resguardar os quatro campistas, da chuva, se a houvesse, ou do frio, caso surgisse.
Partimos.
Valença, era, por ora, o nosso destino. Até à fronteira foi um vê-se-te-avias.
Ávidos de novidade, o carro voou até às franjas de Vigo.
https://1.bp.blogspot.com/_Mq4S1uVPJOo/SHNz5mOLObI/AAAAAAAAAlM/G9ku-1CxPWY/s400/Vigo.jpg
A Ria, em Vigo, tem retalhos de cores desiguais a adornar-lhe as margens furtivas. E a sinuosidade da estrada mostrava-nos, de todos os ângulos, aquele milagre cromático.
 - “E agora, p`ra  La Coruña?” Espanholou o “choffeur”.
 - Pois siga para a Corunha! Concordámos nós, já meio embriagados por aquela beleza , à nossa volta.
E “La Coruña” só foi o próximo destino até à mudança de  planos. (Uma viagem sem plano, é como um filme que nunca se viu, e que nos vai surpreendendo, em cada novo cenário). Queríamos dormir algures nos Picos da Europa, por isso, não podia haver “apeadeiro” na bela cidade galega. “Ficava p`ra outra vez”.
Seguimos. E, já a virar o nariz do “ cavalo de prata” para as bandas do alto maciço, parámos a “besta”, apeámos, e toca a cortar umas lascas, do inevitável chouriço, e a metê-las no pão, ainda cozido na Póvoa.
Com o estômago agora calado, voltámos à estrada.
O crepúsculo do fim da tarde chegou, ao mesmo tempo que nós, a Cangas de Onis ( bem próximo de Covadonga). E lá fomos nós  cheirar o nosso refúgio da noite.
Ali, à beira da estrada, dezenas de tendas, estendiam seus aconchegos, pelos socalcos de um cerro.
Entrámos.
 Nós, os homens, montámos os abrigos da noite, um ao lado do outro, enquanto elas se esgueiraram, a desfiar conversas, lá delas, procurando a casa de banho.
Montadas as tendas, lá fomos nós espreitar Cangas de Onis.
 Uma ponte soberba dos tempos do Império Romano ergueu-se subitamente à nossa frente. Alta, quase em ogiva, ainda imponente e bela. Musgos e líquenes de várias espécies  adornam-na de um colorido fantástico. O homem e a natureza criaram ali uma obra de arte incomum.
- Que maravilha! - Exclamámos, comovidos com aquela luxúria terrestre.
 Por baixo da ponte, as águas lambiam as fragas. Estas circundavam bacias irregulares por onde a corrente se espraia e escorrega ,ora para a esquerda, ora para a direita, numa inebriante viagem até ao mar.
Muito à pressa, pois o estômago já reclamava o alimento da noite, fomos comer umas tapas no restaurante mais próximo, e eis-nos já prontos para o descanso lunar.
 Por sobre a verdura fresca da relva do parque, espargia o luar seus raios de prata, enquanto o sono iniciava o seu reino debaixo do largo estendal das tendas de Covadonga.
 
 II
 
DE CANGAS DE ONIS...
Cangas de Onis, Espanha: Cangas de Onís
 
...A LOURDES
Lurdes, França: lourdes
 
Pela manhã, Cangas de Onis reverberava mil cores. O verde naquele lugar tem tonalidades agrestes. Mas com os beijos quentes do sol as mesmas cores aveludam. E sentimo-nos bem, naquele aconchego. Ficaríamos ali para sempre. Mas Lurdes era o próximo passo daquela aventura.
E logo que o sol raiou e beijou o Camping de Onis, Assis e Eu desarmámos as tendas, arrumámo-las na bagageira repleta do rover, e entrámos.
Eis-nos de novo, na estrada. mais setentrional da Ibéria. As curvas mostram-nos o Norte, e ,depois, o Sul. E o Nordeste , e o  Sudoeste. Tudo parece girar à nossa volta.
O Norte cantábrico, pela estrada além, é uma dança alucinante com a natureza.
[DSC_1874.JPG]
Ora bailamos junto do mar, com as suas ondas; ora dançamos, no cimo  da serra, com as suas fragas;
             [DSC_2008.JPG]
 
umas vezes rodopiamos numa valsa inebriante; outras vezes, num corridinho fantástico.
Atravessada a fronteira em Hendeye, seguimos até Biarritz. Depois, à direita, na direcção de Pau.
Caía a tarde, quando uma placa anunciou Lurdes. Saímos da auto-estrada. Poucos quilómetros, depois, lá estava “Lourdes”. Protegida, a Sul, pelas serranias dos Pirinéus, Lourdes parece aninhar-se aos seus pés.
Quase à beira da Santa cidade, a Guê
- Um parque de campismo, ali, à esquerda!

 


 

© Homepage www.lourdes-camping.com


 

 

© Homepage www.lourdes-camping.com
 Verde, sereno, limpo, era o nosso querido  refúgio da noite. O lençol  ideal para o merecido descanso do nosso choffeur, que exclamou:
 - “Aqui, nem os grilos me vão acordar.”
 
Lourdes e o seu Santuário são sítios de rara beleza.
Aos pés da santa, as águas frias do rio passam ondulantes, apressadas, saudando a cada segundo, a gruta ancestral. São as neves eternas dos Pirinéus que se empurram na ânsia de ali chegarem, peregrinas que são da natureza e da vida. Tudo à volta é virgem e puro. As árvores à beira do rio; as crianças que brincam no Santuário; as pedras brancas; os montes verdes até à brancura dos cumes; a relva fresca das suas encostas.
Quisemos agradecer à Santa a celestial hospitalidade . Por isso subimos o escadario que leva os fiéis à sumptuosa Basílica. E rezámos, ungidos de súbita fé, à virgem menina, implorando inconfessáveis perdões.
Deixámos o Santuário, leves, de alma e de corpo ( A alma esvaziara os pecados; e o corpo, depois daquela levitação, voltou à terra esfomeado).
Fomos subindo até ao centro urbano de “Lourdes”. Os cheiros que, por vezes, escapam dos pratos fumegantes das esplanadas, vão aguçando o apetite. Assis e Eu, com a sede a iludir-nos as sensações, deixámo-nos seduzir por “umas loiras”. De aspecto jovem e fresco, decoravam, com extravagante desenvoltura, as mesas de um restaurante cheio de charme gaulês.
E foram elas, as belas e loiras canecas, a escorrerem de espuma, que nos fizeram sentar e jantar, logo ali.
 Os rostos da Té e de Guê iluminaram-se, quando pedimos quatro canecas. Chegaram à mesa geladas e efervescentes. E foi um inesquecível regalo, aquela bebida caída do céu; aquele “Steack” grelhado nas brasas do monte; e aqueles nacos esponjosos de  “cammembert”.
 Chegámos ao pino da festa. A Guê e a Té falavam, falavam, enquanto regavam. E a garganta das duas secava, secava. Vieram as últimas duas “cevadas”. Beberam-nas. E regressámos às tendas. Era a hora de acordar do sonho e dormir.
 
 
 
 
 
 
 
 
III
 
DE LOURDES...
 
Lurdes, França: Sanctuary on  the River Gave
 
...A LA CIOTAT
 
Hotel de la Corniche: la vue du balcon
 
 
Deixar a cidade de Lourdes, depois daquela noite espirituosa, em que os sentidos se não cansaram de fazer festas à alma, foi como largar um vício de qualquer coisa que já nos grudava àquele lugar.
O sítio é tão ébrio de cores, tão retalhado em contrastes, que uma semana exploratória não bastaria para lhe descobrir todo o corpo, quanto mais as cavernas da alma.
Mas a Itália esperava-nos e nós já sonhávamos com ela, enlevados pela aura e fama da sua história. E estava ainda bem longe dali. Por isso...
Eram quase dez horas, quando voltámos à estrada. Quisemos ir pela estrada antiga a fim de, no nosso vagar lusitano, inalar os afamados aromas do Sul de França.
Mas a expectativa gorou-se e a viagem foi monótona, seca e agreste até ao destino daquela noite: a linda "cidade" de  La Ciotat.
 La Ciotat, onde passámos a  terceira noite da nossa viagem, não foi uma escolha, foi um acaso.
A noite escurecia, com rapidez, à frente de nós. Marselha, onde estava previsto ficarmos, aproximava-se freneticamente. Nenhum parque de campismo visível de um lado e de outro, no lusco-fusco do fim da tarde. Atravessámos a urbe de lés a lés e... Nem parques, nem indicações deles, em toda a cidade, que, definitivamente, ficava para trás.
- Paciência! Disse um de nós. Há-de aparecer um parque, algures, por aí.
E, na verdade, escassos quilómetros depois de Marselha, lá estava a nossa bela hospedeira, escondida atrás de um morro soberbo. Ninguém duvidou, naquele momento, que era ali que ficávamos, pois Cannes era um belo filme para ver no dia seguinte.
 Havia dois parques. Escolhemos o segundo, ali bem perto da estação dos comboios que atravessam o Sul. À noite fomos passear pela praia e comer um cachorro "francês", num café onde se cantava karaoke. Adormecemos sob o ruído surdo da chegada de um comboio vindo de Oeste.
Horas depois, acordámos, despertados por idêntico ruído de uma composição que partia p`ra Leste.
                                                                                                                           
 
 
IV
 
DE LA CIOTAT...
http://x.bstatic.com/images/hotel/max300/149/1491247.jpg
 
...A SAN REMO
San Remo
 
La Ciotat, que antes não conhecíamos, ficou-nos na memória, mais que não fosse pelo nome estranho que tem.
Pela manhã, depois de um "petit déjeuner" bem calórico, ( ai aquela "tartine!" Ui que delícia!) Deixámo-la, porém, apressados. À nossa frente as "estrelas" da Côte d`Azur iluminavam-nos o caminho: A holyoodesca cidade de Cannes embebedava-nos de curiosidade; mas ainda tínhamos Saint Tropez, Nice,  e o principado do Mónaco! Hospedeiras fantásticas, onde o requinte e o luxo não faltam, estas cidades de sonho iriam desfilar diante de nós!
-“Que privilégio !” – Exclamou o meu companheiro, Assis, fresquinho como uma alface, depois de uma noite “ bem dormidinha”.
- “ Privilégio!? Se o  Festival de Cannes fosse amanhã..." - Fantasiou a Té.
- “ O que tu querias era um autografozinho do Brad Pit... – Brinquei.
- “ Prefiro um mergulho no mar” – Suspirou a Guê.
Enquanto falávamos o rover ia galgando a sinuosa estrada da Riviera francesa. O Mediterrâneo, naquela manhã, espelhava o céu limpo de Agosto. O único azul que vi, mesmo azul, foi ali, no queixo de SAINT TROPEZ:
Saint -Tropez é uma cidade de sonho. Da pequena cidade piscatória que fora, ainda resta o pequeno burgo junto do mar.
Mas os barcos pequenos de outrora são agora soberbos iates de luxo.
 
 
 
 
E à volta, nas entranhas da mata, à sombra fresca de largos pinheiros mansos, cresceram SOBERBAS MANSÕES, onde se encontram artistas de todo mundo, em festas sumptuosas, onde escorre o champanhe a toda a hora.
 Aquele gelado que saboreámos numa esplanada, à pinha, em SAINT TROPEZ, ainda hoje, ao lembrá-lo, me faz crescer água na boca. Parecia encomenda de um príncipe da Riviera...
 
 
E foi com o corpo e o espírito revigorados e frescos que regressámos à estrada.
Uma estranha vontade de chegar depressa à capital do cinema fez com que o nosso chofer perdesse as estribeiras, de vez em quando, nas rectas ( O Assis não é insensato) levava o rover aos cento e muitos. Porém, todos éramos cúmplices da velocidade. Ninguém lhe dizia para abrandar. Cannes fascinava-nos aos quatro, com a mesma força das cidades-mito ( como Paris, Roma e Veneza). Na nossa cabeça estávamos bem perto de uma cidade do outro mundo...
Mas antes, SAINT RAPHAEL quis-nos surpreender com a sua própria beleza. Não era nenhuma constelação como Cannes. Mas era uma estrela que merecia ser vista. E nós vimo-la, sim senhor. E ficámos mais uma vez fascinados pelo peculiar encanto das cidadelas do Sul de França.
http://media-cdn.tripadvisor.com/media/photo-s/01/15/bc/03/saint-raphael.jpg
 
 
Eis-nos agora num sinuoso serpenteio à beira mar. As ravinas, à nossa direita, assustam-nos ao mesmo tempo que nos fascinam. O mar é um abismo profundo. Tão fundo! E tão longe de nós como o céu. Mas um e outro envolvem-nos num sossego absoluto. A sua grandeza seduz a nossa vontade de sermos felizes.
E como estávamos felizes!
O enlevo era tal que CANNES já se avistava, e ainda ninguém reparara.
Mas, eis a estrada de S. Raphael  a alargar-se. Uma avenida a crescer diante de nós. É a célebre Avenida de "LA CROISETTE". Lá onde decorre todos os anos, no mês de Junho, o "festival de cinema de Cannes".
- Que pena não ser em Agosto!,  Exclamou a Té.
Dezenas de palmeiras enfeitam de verde toda a Avenida.  O casario é um luxo. Barcos de recreio pintam de branco o cais da marina.
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Estacionámos mesmo à entrada da praia.
Eu e o meu inseparável companheiro, Assis, corremos dar um mergulho. A Té e a Guê foram às compras. (A dissonância de gostos, que normalmente separam os sexos, impunham a sua lei, mais uma vez...).
Meia hora depois do primeiro mergulho, fomos ao duche, e saímos da praia. Escassos minutos depois, partíamos nós outra vez.
Poucos quilómetros depois, já perto de Nice, parámos para um pique-nique ligeiro, à sombra de um largo pinheiro manso.
Em Nice não nos deixámos parar. O receio de sermos seduzidos por um monumento, um jardim ou uma esplanada, e não atingir a Itália ao fim do dia como estava mais ou menos previsto, pesou na nossa decisão de lá não parar.
Mas ainda descortinámos aquele farol no meio do mar. E os constrastes de azul da baía de NICE!
 
 
 
Seguimos. O mar parecia gostar de nós. De vez em quando mostrava-se. Queria deslumbrar-nos. Enfeitiçar-nos. Por vezes, Jogava connosco às escondidas.  E quando reaparecia, era ainda  mais azul, mais claro, mais deslumbrante que nunca.
E o jogo de sedução só terminou quando, diante de nós, lá ao fundo, encaixado entre a baía e a serra, nasceu para nós a luminosa cidade  do MÓNACO.
 
Vista do Porto de Mónaco ( 640x480 )Que maravilhosa conjugação de elementos! Ao alto, a montanha desenhava os seus limites no céu. Em baixo, o casario moderno, em fascinante anfiteatro, alcandorava os seus deslumbrantes terraços mesmo por cima dos barcos ancorados na mais luxuosa marina do Mediterrâneo.
O sítio era encantador!  Mas havia que espreitar o mítico palácio do Príncipe. Subimos uma encosta sobranceira à marina; penetrámos numas ruelas estreitas, mas tipicamente  adornadas, de postais ilustrados e outros adereços turísticos.
Chegados ao cimo do morro, desembocámos numa praça larga e cuidadosamente subdividida em dois logradouros: o privado, destinado à família real e amigos; e o público, por onde deambulámos alguns minutos.
Ali estava, pois, soberano e altivo, o sumptuoso PALÁCIO DO PRÍNCIPE DO MÓNACO, onde moravam as diletantes princesas Caroline e Stéphanie.
 
 
http://www.twip.org/photo/europe/france/photo-9264-21-01-07-09-59-24.jpg
 
Olhando a cidade do cimo do morro, na direcção do sudoeste, os altos prédios do Mónaco mostravam surpreendentes terraços verdes; havia alguns apenas relvados; havia outros onde árvores de grande porte cresciam como se estivessem na serra. Ao fundo, o mar avermelhou na linha do horizonte. Era o sinal do fim de tarde. O anúncio da nossa partida.
Descemos o morro. Entrámos no rover. E voltámos às curvas da Riviera.
Alguns quilómetros depois, a Itália já se anunciava  nos placards da estrada.
Entrámos na bela Itália sem darmos por isso. A paisagem é igual de um lado e do outro daquela fronteira ( Ou não continuássemos a percorrer a esplendorosa Riviera...).
Numa altura em que o GPS ainda era ficção científica, munimo-nos de um Guia das Estradas da Europa. Completíssimo! Estava lá quase tudo. Só não estavam os parques de campismo.
Mas tínhamos outro livrinho ( que era do Assis e da Guê) onde estavam os ditos. E, já em La Ciotat, nós tínhamos escolhido um, "com piscina", em SAN REMO.
Pois bem, San Remo estava a escassos quilómetros. Em breve iríamos parar.
Eis-nos no parque de campismo "La Sfinge", em SAN REMO. Piscina, nem vê-la! O Guia ( completíssimo!) do Assis tinha-nospregado uma partida. Eu e o meu companheiro já tínhamos um filme em três actos na nossa cabeça: Chegada ao parque; montagem das tendas; mergulho retemperador.
Hélas! Ficámo-nos pelos dois primeiros. Mas logo depois, estava na hora do querido jantar. Comemos ali mesmo no parque. Uma prato de massa. Uma questão de fome e de cultura numa mistura feliz.
 
Deiva Marina, Parque de campismo
 
Deiva Marina, Parque de campismo
 
 Foi então que olhamos o CÉU DE SAN REMO, por cima do mar:
 O Sol encostava a nuca às águas cálidas da praia. E espalhava um feixe de luz que dourava o Mar. 
Na praia, a penumbra tornava-se ainda mais escura pelo contraste.
Deitámo-nos. E logo adormecemos, estimulados pelo enlevo daquele quadro fantástico feito de terra, de mar, de céu e de sonho!
    
 
 
 
 

 

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