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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


A vida é um fardo...

por Ernesto Ribeiro, Quinta-feira, 05.02.15

Tod’a vida tem um custo
Na contabilidade do Estado
E a morte é mais um dado
No somatório sem “tusto”…

 

E qual o preço formal
Dessa vida em decadência
Na qual s’empesta a doença
Por utente terminal?

 

E se for um infectado
Por transfusão criminosa
Ond’a conduta dolosa
É ela mesma do Estado?

 

Quanto vale esse doente
Qu’estando às portas da morte
Grita p’la sua má sorte
E p’lo medicamento urgente?

 

Vale pouco pr’o político
Que sendo um tecnocrata
Por decidir, então mata
Num pensamento somítico…

 

Pois qu’a vida é valor
Medido nas contas públicas
E essas vidas, por únicas
Têm saldo devedor…

 

Não há valores absolutos
Que granjeiem esse crédito
Pois a vida, tem critério
Decidida por políticos!?

 

Mas se foss’a sua vida
Tinh’a mesma ponderação?
E viveriam em razão
Do valor da sua dívida?

 

Não creio qu’o Macedo
Por ter limite político
Na sua condição de ministro
Pudesse viver nesse medo…

 

Ou o primeiro ministro
Pr’a quem os nossos recursos
Só s’adequam aos custos…
E nisso a vida é um risco!

 

Estamos pois, esclarecidos
Sobre a nossa condição
Qu’o valor do cidadão
Tem custos muito contidos…

 

É pois viver com cuidado
E não cair nos hospitais
Pois que públicos, são mortais
E neles a vida é um fardo!

 

fardo

 

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às 13:37

Urgência!

por Ernesto Ribeiro, Quarta-feira, 04.02.15

Em Portugal
Não há hepatite
Nem sequer gripe
Tidas por mal…

 

E não há morte
Nessas urgências
Em cujas ciências
Se jog’a sorte!

 

Pois qu’a espera
É coisa única
E a causa pública
Em nada erra!\

 

E se se fina
Qualquer doente
Não é por urgente
Nem da medicina!

 

É pois, natural
Morrer da doença
Com tod’a esperança
A morrer por igual…

 

Pois contraída
Por transfusão sanguínea
Uma doença assassina…
Não há saída!!

 

É qu’o medicamento
Sendo muito caro…
Torna-se raro
O fornecimento!!

 

Fica-se à espera
Anos a fio…
Pois não há brio
Em quem opera!!

 

E nesses centros
Da decisão
Há congestão!!
Nos provimentos…

 

Pois o ministro
Não paga tudo!
E nesse estudo
O doente é o risco!!

 

Qu’a carestia
Do modo de vida
Tem-se por sentida
Na democracia!?

 

E no monopólio
Da medicação…
O ministro diz não!!
Ao portfólio…

 

E se se morre
É por acaso…
Não p’lo atraso
Qu’o socorre!!!

 

Está explicada
A mortandade…
Qu’a sociedade
já está tratada!!

 

Vote-se neles
No seu programa!
Pois ninguém reclama
Viver…às vezes!!

 

Pois qu’o ministro
É popular!!
E quem está a pagar
Revê-se nisto??

 

É pr’a poupar
Que se falece?
Qu’isto engrandece
Ao se matar?

 

É homicídio
Por negligência!
E não há ciência
No suicídio!

 

Pois que viver
Neste país
É mal, se diz
De se morrer!…

 

Ministro-da-saúde-Paulo-Macedo

 

 

 

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às 18:24

Poupem-nos de ter de desculpar um a um. Peçam desculpa em coro!

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 18.09.14

Já são dois ministros deste governo - dois! -  que resolveram pedir desculpas pelos irremediáveis erros de governação cometidos. A srª ministra da Justiça e o sr ministro da Educação. 

 Ora como o governo já não tem compostura, pois já teve tempo para mostrar o pouco que vale, sugeria aos restantes ministros que marcassem um dia - pode ser um dia útil, pois assim ficam com menos tempo para a "asneira" - e fossem à televisão pedir desculpa todos juntos, em coro, assim:

" Portuguesas e portugueses, vimos aqui, de forma humilde e serena, pedir-vos desculpa pelo que vos fizemos ... e aproveitamos já, para vos pedir que nos desculpeis pelos erros que, com toda a ceteza,  iremos cometer até ao fim do nosso mandato..."

 

CR

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às 19:34

VOCÊ

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 13.11.13

 

Você que é um cidadão atento às aracnídeas teias do poder, e conhece intuitiva ou mesmo empiricamente as manhas com que ele se tece, não acha que deveria ser mais cidadão do que é combatendo, sem lhe dar tréguas, essa praga social que envenena e corrompe a nossa vida em sociedade?

Eu sei que você é comerciante e não quer perder clientela. Mas então, por favor, não se queixe da corruptela. Também sei que é um assalariado explorado e lhe parece mais útil bajular o patrão a ver se o aumenta. Mas nem ele o aumenta, nem você mexe uma palha contra a corrupção. Sei ainda que você tem um filho, ou uma filha, funcionário na Câmara, ou no governo,  e tem medo de represálias. Mas com medo de “aranhas” não limpamos a casa.

Você diz que é da oposição. Mas eu esforço-me por ouvi-lo, em público, criticar o poder, e nem um ruído; procuro lê-lo, e nem uma frase lhe vejo escrita. Francamente, não sei o que você pensa, quem apoia ou não apoia. Não sei nada. Todavia, você quer o poder. Por não lhe agradar, a si, o que existe. Mas você só luta por ele à beira das eleições, e quere-o apenas para si e seus amigos.

Você grita que “ a direita” apenas defende os ricos e poderosos. E tem, em geral, toda a razão. Mas se a esquerda, por ventura, resvala para o favorecimento pessoal de apenas alguns amigos, de um grupo de ricos ou poderosos, você, desde que também beneficie, cala-se, e deixa arder a chamiça. Você critica a esquerda por gastar mais do que produz, mas você e os seus comparsas da direita produzem e guardam a riqueza em offshores, no fim do mundo.  

E Você, leitor, cidadão honesto, que não é destas esquerdas nem destas direitas, deixa-se estar, continua sentado a ver a banda passar. Só que ela passa e nunca toca a música certa, harmoniosa, aquela que que você, cidadão honesto, gostava de ouvir.

Veja por exemplo o que fez o Sr Município da sua terra. Sonhou que nos seus domínios ficaria bem um polo universitário. Mas não como os outros, que só têm livros e catedráticos. Qualquer coisa de original. Um polo dinâmico, arejado, relaxante, onde no lugar de livros, haveria bolinhas brancas, e em vez de catedráticos, doutores do taco.  Chamou-lhe Academia  de golf.  Quando acordou, foi logo a correr pra Lisboa. Almoçou com o arquitecto-paisagista. Combinou o preço:

- Cinquenta mil euros, estará bem? ( Fora o IVA, é claro).

 – Sim, acho bem. Acho até muito bem!

-  Mas temos de fazer tudo como manda a lei. Para não haver falhas, ainda antes das eleições, vamos assinar e rubricar o “ajuste direto”.

- Combinado.

E a banda passou, sem ruído. Apenas umas notas tímidas faziam pequenos ecos imperceptíveis ao ouvido comum.

E você, cidadão honesto, que paga impostos para a banda tocar, viu-a passar, no seu silêncio, sério e comprometido,  bem fardada e alinhada,  e nem sequer protestou.

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às 13:13

NÃO HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE O LOBO QUE ATACA SÓ UM REBANHO E AQUELE QUE ATACA VÁRIOS E MATA O MESMO NÚMERO DE OVELHAS

por cunha ribeiro, Domingo, 28.10.12

 

 

 Não entendo por que razão demasiadas pessoas ainda teimam em considerar que com a continuidade de Sócrates no poder Portugal estava melhor do que está.

 Em parte terão razão: para alguns estaria ainda melhor do que estava, para outros ainda pior do que está.

 Mas não cuidem que com isto estou a fazer a defesa deste governo. É que não há grande diferença entre o lobo que ataca só um rebanho , daquele que ataca vários rebanhos para comer o mesmo número de ovelhas.

 

CR

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às 09:56

Travessia do Deserto

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 03.06.11

 

 Como  amanhã não se pode falar de partidos e votos e tal, queria despedir-me de Sócrates, já que não vou  perder mais tempo com ele, a seguir à sua derrota eleitoral. 

 Confesso que me custa muito ter de estar satisfeito com a sua saída. Se estou contente em vê-lo partir é porque governou muito mal e fê-lo de uma forma muito negativa, moralmente abaixo de zero.

 Por isso:

 " Adeus! E enquanto atravessa o deserto, pense no mal que fez ao país, e arrependa-se. Mas com sinceridade. Já chega de fingimento!

 

CR 

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às 21:57

OS TRÊS GRANDES PILARES DA ECONOMIA

por cunha ribeiro, Sábado, 31.10.09

 

NUNCA A ECONOMIA FOI TÃO BEM EXPLICADA COMO NESTA PRODIGIOSA IMAGEM:

 

   - O coitado do CIDADÃO ( classe média e média baixa em geral) aguenta com a carga toda ( trabalho duro, e impostos que paga);

   - O GOVERNO faz aquilo para que acha que nasceu- viver à custa dos outros ( por isso, dorme a sesta, a sexta e todos os restantes dias da semana...);

   - O SECTOR FINANCEIRO vai sacando o que quer ao infeliz CIDADÃO...

 

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às 12:26

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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