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BLOGUE PARADA DE AGUIAR - Mais sobre mim


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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Mais uma Fã do Blog "Parada de Aguiar"

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

Lucia TorresChama-se Lúcia. Lúcia Torres. Vive próximo de Paris, em Gentilly. É amiga da nossa Cândida. E como a Cândida é uma excelente divulgadora do nosso Blogue, a Lúcia já se tornou fã do Blog PARADA DE AGUIAR.

Seja bem vinda ao nosso convívio, amiga Lúcia Torres,

 

de CHOROSA, Coimbra.

 

http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/59993653.jpg

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às 14:30

Em Paris andam aos Tiros

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 18.11.13

 

 E como um dos alvos foi a sede de um banco não custa adivinhar a causa do tiroteio: A usura bancária. Pena o atirador não poder acertar na "Usura", acabando com ela.

 

CR

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às 18:49

TOMBE LA NEIGE

por cunha ribeiro, Domingo, 20.01.13

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às 01:47

VERTIGEM

por cunha ribeiro, Sábado, 24.04.10

 

 

João, subiste à torre num dia de Sol, em Paris.

Conheceste-lhe o nome:

 

 

"de Montparnasse".

http://photos-libres.fr/wp-content/uploads/blogger/blogger/5915/1917/1024/Tour%20Montparnasse.jpg

 

Lá das alturas, Paris transmudou-se, aos teus ( aos nossos) olhos, numa surpreendente "maquette" multicolor.

 

http://www.guidex.com/images/Autumn_06/Paris%20fromTour%20de%20Montparnasse.jpg

E essa estranha e bela maquette aparecia, ao longe, ao fundo, recortada por uma serpente líquida deslizando debaixo de pontes sem fim -

O Rio Sena.

 

http://lh4.ggpht.com/_JX0zwIdlTtk/RmQOOD_DpzI/AAAAAAAAAUM/-ELNWgP3sxE/Seine.JPG

Do cimo da Torre viste os homens e o  Mundo  dentro de uma Metrópole:

O orgulho humano apoteoticamente erguido até ao vértice da grande cúpula do " Panthéon".

https://1.bp.blogspot.com/_ug6iW-03X8Y/SsigeqOArhI/AAAAAAAAGbE/wnaK5O81GFk/s640/Montp.+05.jpg

A religiosidade antiga e moderna plasmada na doce brancura do "Sacré Coeur".

 

http://a10.idata.over-blog.com/2/84/43/77/Paris/paris-vue2.jpg

E viste a ambição desmedida e napoleónica, no cimo do Arco de Triunfo;

http://www.chicline.com/Res/Pic/ParisSlideshows/Monumental/arc-de-triomphe-vue-tour-eiffel.jpg

 


Viste a história dos homens que, embora egoístas, vivem juntos, e aos milhões!

Paris, João, é, a meu ver, uma das mais belas cidades do mundo.

http://image26.webshots.com/27/7/44/54/359174454xRgWvT_fs.jpg

A igualdade, a liberdade e a fraternidade nasceram ali, vivem, e viverão sempre ali.

Porque é ali que ela, a liberdade ( e a fraternidade, e a igualdade) melhor se pressente e respira.

Respira-se nas avenidas, nos parques, nos cafés do interior da cidade.

Mas, lá de cima, João, é onde melhor se vê e descobre toda a excelsa beleza daquela cidade.

 

 

Tudo isto, João,

 

 

deves tê-lo sentido tal como eu.

E exprimi-lo é muito difícil, pois é um complexo de sensações que se alojam nos meandros mais íntimos da nossa alma.


Camões dizia, há séculos, a propósito daquilo que se sente e não se sabe exprimir:

" Mais vale experimentá-lo que julgá-lo, mas julgue-o quem não pode experimentá-lo".



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às 16:28

CHÂTEAU DE VERSAILLES

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 09.04.10

Dizer que o castelo de Versalhes é um colosso arquitectónico é quase ressuscitar Lapalisse que sempre dizia o óbvio. Mas será o Castelo de Louis XIV apenas aquilo que parece (uma obra bela, admirável, gigantesca) ou é algo de mais essencial, para além da sua magestade arquitectónica? Para mim, o Palácio do rei-Sol é uma espécie de caricatura de um homem incomum na sua época, mas de uma banalidade histórica bastante expressiva. Todo, ou quase todo, o indivíduo que ascende ao poder tem o desejo íntimo de se perpetuar nas calendas da história, através de um símbolo durável que o represente. Certamente por via disso se ergueram por esse mundo além, gigantescos monumentos que mais não são que absurdas hipérboles da vaidade dos homens. Reis, Imperadores, Presidentes, esses homens quiseram vencer a certeza da morte edificando autênticos castelos de barro. As pirâmides do Egipto o que são senão vaidades irreprimíveis de faraós que travam duelos estranhos com as trevas da morte? E o Mosteiro de Alcobaça? E o Arco de Triunfo, em Paris? E os sumptuosos castelos de França, de Espanha, de toda a Europa? Mas o pior é que essa vaidade feita de pedra só pôde exprimir-se à custa do sangue, suor e lágrimas do povo faminto e miserável. O Palácio de Versalhes o que é afinal? Para mim não passa de uma inutilidade. De uma mania que extrapolou o cérebro de um homem e se tornou um sítio de distracção do olhar. Mas também é a expressão petrificada do rude desprezo pelos homens simples, um tumor gigantesco com a raiz cravada no ego superlativo de um único ser. Ora, em vez deste e de outros símbolos do puro delírio de alguns, porque não surgiram ao longo do tempo melhores escolas e hospitais? Por que razão não se proporcionou aos infelizes que se sacrificaram para satisfazerem esses e outros caprichos uma vida melhor, mais digna e mais humana?

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às 17:53

AS ESPLANADAS DA CIDADE LUZ

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 05.04.10

A arquitectura providencial desta cidade, onde a luz do dia triunfa no interior de confortáveis esplanadas envidraçadas, é um privilégio que nenhum cidadão deste mundo deveria ignorar;

Paris tem essa magnífica dádiva para oferecer. Quem não a aproveita deve andar distraído na vida. Ou então prefere viver nas trevas do desconhecimento e da banalidade.

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às 12:15

O QUE FARIA EM PARIS?

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 29.03.10

 

Não faria!

Deixaria que Paris fizesse  por mim,

O que, aliás,

Sempre fez.


Como

Aquela dádiva,

De estremecida emoção,

Que sempre senti

Ao tocar-lhe no rosto.

 

Ou o afecto

Com que  me envolve,

De intenso “glamour”.

 

A doce surpresa

Com que me espanta  

Pela eterna novidade

Das suas ruas

Das praças

E monumentos.


A fantástica orgia de luzes

Que me ofusca

E cativa o olhar.


O enleio maternal

Que me enleva no sonho.

 

E o espasmo universal e cosmopolita

Que me enche a alma,

De ilusões

Que se tocam

Cheiram

E vêem

 

Mas nunca são

Aquilo que são,

Pois não vão além 

De um golpe de asa

Que lança o seu vôo

No ar límpido 

De uma quimera.

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às 15:25

A ETERNA NOSTALGIA DE UMA CIDADE

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 29.03.10

 

A minha imaginação voltou a Paris cavalgando o pensamento, essa besta sempre arreada e pronta para a viagem.

A bela cidade que Napoleão coroou de soberbos monumentos, lá estava: imponente, imperial e organizada; limpa e a palpitar de vida; as “térrasses” dos cafés cheias, feericamente enfeitadas, hospedeiras fantásticas de transeuntes de corpos já regelados do frio vindo de Norte.

A Torre Eiffel parecia grudada ao céu de Paris. Tão alta como bela, aos meus olhos alucinados transfigurou-se num candelabro resplandecente, numa orgia fantástica de luzes.

Os Campos Elísios eram um largo rio que transbordava de gente, fluindo pelas suas “margens”.

O omnipresente “Métrô” engolia aqui e ali, multidões várias de raças , levando-as, enlatadas, pelas tortuosas entranhas da urbe.

Os “Boulevards” formigavam de trânsito, escorriam de gente. Autocarros panorâmicos abarrotavam de curiosos turistas de cachecol a esvoaçar. E o frio gelava os ossos dos menos agasalhados.

Nas fontes geladas do Jardim do “Luxembourg” figuravam cristais multiformes de seres estranhos e surpreendentes .

O colossal “Louvre”, à beira Sena, lembrava a eternidade rija e fixa da pedra a desafiar a transitoriedade da água que passa.

E os barcos, espectadores de dramas que ficam e alegrias que passam, desciam e subiam o rio, fascinados com o sumptuoso passado do “Louvre”. Este, através da sua cristalina pirâmide de vidro, parecia esforçar-se por desvendar o futuro, quem sabe se reflectido nas águas barrentas do Rio Sena.

O “Quartier Latin” palpitava de literatura humanista. Sartre espreitava Minerva em cada esquina dos Boulevards. Rajadas de vento invernal sopravam nas folhas soltas de versos de Victor Hugo.

A omnisciente Sorbonne, à sombra do imortal Panthéon, refulgia, sábia, sóbria e secular.

E os bouquinistes espraivam livros nas margens do Rio, vendendo ilusões ao desbarato.

E no regresso, ao deixar, com saudade, a inigualável cidade Luz, fiquei longamente a pensar em tantas vidas ali sonhadas, e a recordar tantos sonhos ali vividos.

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às 11:54

DE PARIS CHEGOU-NOS O SEGUINTE TEXTO

por cunha ribeiro, Sábado, 09.01.10

 

 

 

De:
Candida Dias (candida.dias@yahoo.fr)
 
 
Enviada:
sábado, 9 de Janeiro de 2010 13:27:02
Para:
Cunha Ribeiro Francisco (cunharibeiro267@hotmail.com)
 É sempre com grande prazer que venho visionar o blog, não participo mais porque a minha experiência no computador ,ainda é muito limitada por isso peço desculpa pelos erros admiro todas as pessoas que dão a sua opinião acho que e a trocar impressões que poderemos ir para a frente . Só não compreendo porque é  o Dr Cunha Ribeiro dá tanta atenção ou senhor anónimo visto ele ser uma pessoa sem coragem e sem o mínimo de interesse …Pessoas assim, o tempo que se passa com elas é inútil.
 Cumprimentos para todos os amigos deste blogs.
Cândida
    F rança
 
 

 

Ibis Paris Porte d'Italie: View from our room on the 6th floor - lower floors the view must be worse

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às 15:53

CIDADE LUZ

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 30.11.09

 

    “ WEEK-END” EM PARIS
 
Um dia destes peguei na minha imaginação e rumei a Paris passar um fim de semana, transportado num confortável autocarro da “Eurolines”.
   A bela cidade, que Napoleão decorou com soberbos monumentos, lá estava, como sempre a vi: imponente, imperial e organizada; limpa e cheia de vida; com  as “térrasses” (dos cafés) sempre cheias, feericamente enfeitadas, a pedir que entrasse ( eu e o meu pensamento)  e calasse o frio com um delicioso “chocolat chaud”.
 

Toma nocturna de la Torre Eiffel - Tower Eiffel- Paris por `Juan Tomas´.

 
A Torre Eiffel, espetada no céu de Paris, sempre alta, sempre bela, sempre única, parecia um soberbo candelabro  a resplandecer numa orgia fantástica de luzes.
vhttps://1.bp.blogspot.com/_T1Rxyk8uiM4/SpNlMUDOYzI/AAAAAAAAAD4/5D9PxKE_FNQ/S700/France+-+Paris+-+Champs+Elysees.jpg

http://wpcontent.answers.com/wikipedia/commons/thumb/c/c8/Champs-Elys%C3%A9es,_vue_de_la_Concorde_%C3%A0_l%27Etoile.jpg/500px-Champs-Elys%C3%A9es,_vue_de_la_Concorde_%C3%A0_l%27Etoile.jpg

Os Campos Elíseos eram um largo rio que transbordava de gente pelas suas “margens”.
 
O omnipresente “Métro” engolia aqui e ali, multidões variadas de raças , levando-as, enlatadas, aos magotes, pelas tortuosas entranhas da urbe.
 
Os largos “Boulevards” fluíam de trânsito, escorriam de gente. Autocarros panorâmicos abarrotavam de curiosos turistas de cachecol a esvoaçar. E o frio gelava os ossos dos menos agasalhados.

 

Nas fontes geladas do Jardim do “Luxembourg” figuravam cristais multiformes de seres estranhos e surpreendentes .
 http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK14651_museu-do-louvre-paris-28800.jpg
O colossal Louvre, à beira Sena, lembrava a eternidade rija e fixa da pedra  a desafiar a efemeridade passageira da água que passa.
 Valdemir Cunha
E os barcos, espectadores de dramas que ficam e alegrias que passam, desciam e subiam o rio , a olhar o sumptuoso passado do Louvre,
 http://static.panoramio.com/photos/original/5091990.jpg
e, através da sua cristalina pirâmide  de vidro, a desvendar o insondável futuro, talvez reflectido nas águas barrentas do leito do Sena.

 Librairie Gibert, boulevard Saint-Michel, 5e

O Quartier Latim palpitava de literatura humanista. Sartre espreitava Minerva  em cada esquina dos Boulevards. Rajadas de vento invernal sopravam nas folhas soltas de versos de Victor Hugo
 http://lekowicz.com/library/gallery/main.php?g2_view=core.DownloadItem&g2_itemId=546&g2_serialNumber=2
A omnisciente Sorbonne, à sombra do imortal Panthéon, refulgia, sábia, sóbria e secular.
 Ficheiro:Bouquiniste Paris.jpg
E os bouquinistes espraivam livros nas margens do Rio, vendendo ilusões.
    E no regresso, ao deixar, com saudade, a fantástica cidade Luz, fiquei longamente a pensar em tantas vidas ali sonhadas, e suavemente a lembrar tantos sonhos ali vividos.
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 

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às 19:05

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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