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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Sonho

por cunha ribeiro, Terça-feira, 18.11.14

 

Sonhei com a minha aldeia

Vi riachos e ribeiros

Vi noites de lua cheia

Vi regatos e  outeiros

 

 Minha casa junto às fragas

Encostada como um berço

baloiçava sobre vagas

Minha mãe rezava o terço

 

Sem ruídos de cidade

Só o som do velho sino

Ouvi  soar a verdade

E vi nela o meu destino

 

E no final do meu sonho

Vi minha aldeia distante

Um pesadelo medonho

Um casario sem gente

 

Perdera a luz radiante

Deixara de ser tão bela

Mas apesar de distante

Não sobrevivo sem ela

 

A. Valtique

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às 11:53

Inverno

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 17.01.14

Hoje o dia amanheceu indolente
A chuva  caía  copiosamente  
As nuvens cobriam  o céu
E o vento corria velozmente
 
As árvores já se  despiram
Do verde manto que as  cobria
E ao sabor do vento vão bailando
Num bailado  de nostalgia
 
Foi o inverno que chegou
Misterioso e sorrateiro
A noite vai chegar mais cedo
Sair à rua, só um aventureiro
 
Amanhã é  outro dia
A chuva, o frio, passará
O arco íris fará mil cores
O sol esse brilhará .
F. Monteiro

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às 09:26

Fátima Monteiro: " Inverno na Aldeia"

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 13.12.12

Estávamos no inverno

Com frio polar

A chuva caía

Sem nunca parar

 

O céu, um inferno

Os astros, em guerra

O rio largava

As águas  da serra.

 

Mas, de repente,

A chuva cessou,

O vento parou,

E não mais voltou.

 

Num grande silêncio

A noite caíu

Um suave murmúrio

De águas se ouviu.

 

Eis que a minha terra

Madrugou branquinha

Nevara na serra

E junto à cortinha.

 

Os flocos de neve

caíram em surdina

Ao longo da noite

Por força divina.

 

F. M.

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às 14:22

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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