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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Sonho

por cunha ribeiro, Terça-feira, 18.11.14

 

Sonhei com a minha aldeia

Vi riachos e ribeiros

Vi noites de lua cheia

Vi regatos e  outeiros

 

 Minha casa junto às fragas

Encostada como um berço

baloiçava sobre vagas

Minha mãe rezava o terço

 

Sem ruídos de cidade

Só o som do velho sino

Ouvi  soar a verdade

E vi nela o meu destino

 

E no final do meu sonho

Vi minha aldeia distante

Um pesadelo medonho

Um casario sem gente

 

Perdera a luz radiante

Deixara de ser tão bela

Mas apesar de distante

Não sobrevivo sem ela

 

A. Valtique

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às 11:53

NEVÃO EM VILA POUCA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 23.01.13

 

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

 

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
- e cai no meu coração

 

Augusto Gil, Luar de Janeiro


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às 20:22

NESTE BLOG TAMBÉM HÁ LUGAR PARA A POESIA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 02.12.09

 

“VISÕES”
 
 
Vagas brumas do passado
 Envolvem suspiros eternos
De corpos que lado a lado
 Escaldam os frios Invernos
 
E esse gesto sempre novo
Desflorando as brumas vagas
É o vértice dos meus sonhos
E o olhar com que me afagas
 
                                                        C.R. (05/03/2009)

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às 11:38

POETANDO

por cunha ribeiro, Sábado, 10.10.09

NA MINHA MEMÓRIA

SÓ HÁ UMA ALDEIA

QUE TEM UMA HISTÓRIA

 

E A HISTÓRIA QUE TEM

É DE MUITA GENTE

E MINHA TAMBÉM

 

QUEM É DESSA ALDEIA

SABE MUITO BEM

QUE ELA NÃO É FEIA

 

QUEM DE LONGE A FITA

ESTÁ SEMPRE A DIZER

QUE ELA É BONITA

 

QUEM QUISER SABER

QUE  BELEZA É ESSA

TEM QUE A CONHECER

 

NINGUÉM SABE NADA

DA PURA BELEZA

SE NÃO VIR PARADA

 

C.R.

 

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às 12:14

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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