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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Partido Socialista Muito Bem Representado por Agostinho Santa

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 13.11.13

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às 17:23

O MAIOR PAI NATAL DO MUNDO NASCEU EM VILA POUCA, CRESCEU EM VILA REAL, e VIVE NA RÉGUA

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 20.12.12

 

  Deus Quis, Humberto Rodrigues Sonhou, e a Obra nasceu:

 

 

 Um empresário transmontano construiu, na cidade da Régua o maior Pai Natal iluminado do mundo. A construção demorou três anos a ser edificada e é agora a maior atracção na capital do Douro. 

O sonho e a obra são de Humberto Rodrigues, empresário de Vila Pouca de Aguiar. Construir o maior Pai Natal do mundo, uma verdadeira obra de arte, que levou três anos até se tornar realidade. 

“Quando fiz a iluminação em Lisboa em 2008 com a montagem da maior árvore da Europa lembrei-me, porque não fazer o maio Pai Natal do mundo? Comecei há cinco anos, demorámos três anos. Com a crise não conseguimos vendê-lo e então resolvemos, por nossa conta e risco, montá-lo aqui para promover a região do Douro e a nossa empresa”, explica. 

Para a montagem, no Peso da Régua, foram precisos dezanove camiões TIR, duas gruas, uma equipa de cerca de vinte e quatro pessoas e oito dias de trabalho intenso. A construção tem vinte metros e vinte e dois centímetros de altura e cerca de duzentas e quarenta mil lâmpadas. 

O maior Pai Natal do mundo custou caro à empresa de Humberto Rodrigues; o empresário não quer, no entanto, revelar os custos. Deixa apenas a indicação do material usado: “Em termos de alumínio e ferro tem cerca de vinte cinco toneladas, depois tem uma base de ferro que sustenta mais 18 toneladas de bidons de água para retirar a ressonância de vento.” 

O maior Pai Natal iluminado do mundo está na cidade do Peso da Régua e é, por estes dias, a maior atracção na capital do Douro. 

Foi construído pela empresa Rodrigues Iluminações Festivas, com sede na zona industrial de Constantim, em Vila Real.

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às 15:28

A FÍSICA E A QUÍMICA DO DISCURSO POLÍTICO

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 07.04.10

Pedro Passos Coelho - dizem os seus apologistas - escreveu, até ao momento, um único discurso. Todos os muitos que já terá feito, brotaram do improviso verbal!

Eu queria aplaudir, mas não sou capaz...

Embora um talento assim mereça todo o respeito e consideração, nao se me abre a boca de espanto.

É que, em minha opinião, por detrás, ou mesmo antes, de um discurso político, estão as ideias e está o comportamento de quem o produz. Estão os desejos e ideais. Está uma filosofia e/ou uma ideologia. Está um programa. Está, enfim, uma praxis política.

Ora, a minha interpretação de um discurso politico nunca fica aquém da ideia que ele transmite; da vontade que veícula, ou do facto manifestado.

O próprio orador é, para mim, alguém que se expõe  totalmente. E se ele anuncia uma novidade política que diz querer alcançar e, depois, nada faz para a alcançar, naufraga no mar da sua mentira, sem um gesto de ajuda ou socorro, pois não merece mais crédito.

E, pior do que isso, se já revelou a fraude política que é, de forma reiterada e teimosa, então passa a ser aos meus olhos um fariseu da pior das espécies, para não dizer um palhaço.

O orador deverá, pois, ser sempre analisado com todo o critério, na inseparável dualidade de cada discurso: a forma e o conteúdo; a fala e o acto; o dito e o feito; a aparência e a substância.

Assim como a sabedoria popular sempre distinguiu a parra da uva, também nós devemos separar o discurso político formal da substância ideológica que o sustenta, para além da própria pessoa que o exprime ou produz.

Mário Soares, que utilizava um discurso enfeitado de vozes, de pausas, de expressões faciais, e fascinava com ele o telespectador incauto, foi um exímeo mestre da manipulação de massas pelo discurso. O poder veio-lhe ter às mãos, quer por força das circunstâncias políticas, quer através do uso expressivo do charme rectórico.

Então, para além do discurso, ao mesmo tempo fascinante e pantomineiro de Mário Soares, o que é que ficou?

Ficou um país mais pobre; uma descolonização apopléctica; e uma crónica dor de barriga económico-financeira que obrigou os socialistas a largar o poder e entregá-lo ao cavaquismo triunfante.

Mas temos também o discurso torrencial de António Guterres a ilustrar o nosso pensamento.

Este homem passou, através do discurso, a ideia de que ia mudar mundos e fundos. Na Educação e na administração pública então é que era tudo a mudar. Vá lá que no Ensino ainda se viu um pouco do que houve de melhor no guterrismo. Quanto ao resto, quase só "bananas" nos ministérios, onde foi dando escorregadelas, o que o levou a estatelar-se ao comprido.  Alguns dos seus melhores ministros bateram com a porta devido a mesquinhas razões, e o próprio Guterres,logo que o pretexto surgiu( derrota nas autárquicas pelo P.S.) fez o mesmo e zarpou do governo.

O freguês que se seguiu, Durão Barroso, carregou baterias com um discurso ameaçador, embora vestido de tanga, patrioteiro e pretensamente salvífico, a médio prazo.Foi o que se viu. Logo que pôde voou para Bruxelas.

Ficou, para delícia de alguns apaniguados, o discurso suave e diletante de Santana lopes. Os púdicos, porém, não lhe perdoaram o  feminismo militante, e ei-lo "no olho da rua", em três tempos apenas, marcados ao ritmo da alta finança que torneou como quis a vontade periclitante de Jorge Sampaio.

Faltava o discurso empolado, tortuoso, refilão, e farisaico de Sócrates. Um discurso que soprou como o vento durante toda uma legislatura e se tornou um verdadeiro temporal de mentiras:  Se prometia neve trazia chuva; se acenava com chuva trazia neve. Se era bom tempo, vinha borrasca. No final da legislatura, o pobre país jazia mergulhado na lama. Onde inacreditavelmente ainda está e, por este caminho,em que as nuvens espessas e carregadas continuam no ar, tarde ou nunca de lá sairá.

Um país que há anos e anos tem  gente desta craveira a governá-lo que destino poderá vir a ter?

Aquele que a sorte, que tem sido pouca, lhe der.




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às 09:47

NOTÍCIAS DO DOURO

por cunha ribeiro, Sábado, 27.03.10

SECÇÃO: Opinião

PLANO DE EMAGRECIMENTO COMPULSIVO ( PEC)

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O que está agora na moda, caro leitor, é o famigerado PEC, ou seja, um plano económico-financeiro do governo que, com todas as letras, se chama: Programa de Estabilidade e Crescimento, o qual, num horizonte ( por agora…) de quatro anos, pretende colocar os portugueses que trabalham por conta de outrem na ordem, congelando-lhes os salários, e obrigando-os a pagar mais impostos, para que as contas públicas sejam decentes e aceitáveis aos olhos da “Corte” pluto-burocrata que se acastelou em Bruxelas.
Mas que coisa é esta chamada PEC? Para mim, que sou quase leigo em matéria de siglas, e cada vez mais me sinto perdido no que verdadeiramente significam ( veja-se as várias mudanças que sofreu a sigla PS, cada vez mais parecida com PSD, ou mesmo CDS… Ou a sigla ONU, a que chamam Organização das Nações Unidas, mas mais parece uma espécie de Organização Nacional de Utopias), para mim, dizia, o PEC pode querer dizer outra coisa qualquer, menos aquela que o governo quer que diga. Na verdade, a sigla do momento, PEC, significa, em minha opinião, apenas o seguinte: PLANO DE EMAGRECIMENTO
COMPULSIVO.
E que espécie de Plano é então este? Muito simples de explicar: Primeiro: - Trata-se de um PLANO “inventado” pelos ricos, para continuarem a viver de “pança” abastada à custa dos pobres; Segundo: - É um Plano de EMAGRECIMENTO, porque os pobres vão ser obrigados a “fugir” do super-mercado e a desligar a arca frigorífica, visto os seus vencimentos terem sofrido um arrefecimento súbito, congelando por tempo indeterminado.
Com a agravante de uma espécie impostos com outro nome lhes subtraírem uns “cifrões” de "gelo" ao salário, para derreter em cocktails de ricos;
Terceiro: - É COMPULSIVO porque os pobres deste desgraçado país não vão ter outro remédio senão cumprir o diabo do Plano, pois não se está a imaginar, pelo menos proximamente, outra “roubalheira” de cravos, como aquela que ocorreu há um pouco mais de três décadas...
Ainda têm dúvidas sobre a extraordinária " bondade" com que o governo concebeu este PLANO? Pois não tenham que eu também não...
Sobretudo depois de ouvir o "estrangeiro" mais “proburguês” de BRUXELAS ( O D.R. ) dizer que o PEC está muito bem concebido...
Pois está, Sr Comissário Barroso… Pois está…

Cunha Ribeiro , Advogado,( cunharibeiro267@hotmail.com)

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às 11:48


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