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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Cebolas em Vila Pouca

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 21.09.12

 

 A VITAGUIAR continua de vento em popa a organizar os eventos da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar. Depois do grandioso espectáculo do "Arrastão", eis que se lembraram de enfeitar Vila Pouca com um gigantesco cabo de cebolas que, digo eu, poderá vir a candidatar-se  ao "Guiness".

 

CR

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às 16:56

A CHICO-ESPERTICE CHEGOU À GARAGEM

por cunha ribeiro, Terça-feira, 16.02.10

 

Eram onze horas de um domingo de sol setembrão. O meu amigo sentou-se do outro lado da mesa de uma esplanada discreta. O rosto, normalmente aberto e jovial, espelhava um sofrimento escondido.
Adivinhei-lhe o reconforto de um desabafo. E franqueei-lhe a minha atenção para o fazer.
Começou assim:
 
 “ Um país como este não vai a lado nenhum! Isto está indecente! E se esta vilanagem não muda de vez, daqui a pouco ninguém acredita em ninguém!”
 
Vi que estava em estado quase colérico. Deixei-o continuar.
 
 “Ontem (domingo) tive uma avaria súbita no carro. Cheio como um ovo, com a família e muita tralha na mala; de repente, o ponteiro da temperatura galgou ao vermelho. Parei. Chamei o reboque. Uma hora depois, lá vinha ele. Entrei. O dono era mecânico. Como, logisticamente, me dava jeito ser ele a fazer a reparação, confiei-lha."
 
Estava um pouco mais calmo. Notara no meu olhar uma adesão confiável à sua revolta. E continuou:
 
“ Disse-me o tipo”:
 - Deve ser a bomba de água. Vamos ver. Se for, manda-se vir ainda  hoje e amanhã de manhã já cá está. Passe cá amanhã.
“ E lá fui eu, no dia seguinte. Apressaram-se a informar-me que era mesmo da bomba de água . Só que ainda não tinha chegado… Mas que… no dia seguinte, de manhã, estava lá de certeza… era só instalá-la, e andar.”
 
Por vezes a sua voz estremecia de indignação, outras vezes saía mais controlada. Prosseguiu:
 
 “ Ao outro dia lá fui. Estavam ainda à volta do carro. Mexiam num lado, mechiam no outro. Aceleravam. Viram aqui... Viram ali... Até que...Informaram:
- está pronto. Pode seguir. 
" E eu paguei e saí. Entrei na auto-estrada para regressar ao meu local de trabalho, a cerca de cem quilómetros dali. Vinte quilómetros depois, lá volta o ponteiro ao vermelho. Paro. Chamo o reboque? (pensei). Não, não ia de novo gramar com um incompetente ou com um burlão… Decidi, sair da auto-estrada, ali perto e chamar o dono de outra garagem que conhecia. O qual me levou o carro para a sua própria garagem. Ficou combinado que ia ver a causa da avaria e, depois, me dizia qual o tempo da reparação e o preço”.
 
O meu amigo estava agora muito mais calmo. Articulava mais devagar. Parecia ter serenado a ira que o possuíra. Mas continuava com aquela expressão de quem foi enganado e lhe apetece a desforra…
 
 
“Era preciso desmontar o carro. Como tinham outros serviços urgentes, só dois dias depois me puderam fazer o diagnóstico. Não podia ser mais inesperado:
- É a bomba de água. – disse o mecânico.”
Mas, ainda há três dias foi mudada!
- Não, caro amigo, o Sr está ou foi enganado: esta bomba de água não é nova, nem coisa que se pareça… Esta bomba já cá andava há muito tempo!
 
 
 
 

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às 12:41

PAULO RANGEL: UMA VOZ INCÓMODA E PERTINENTE, MAS DESTA FEITA POUCO OUSADA

por cunha ribeiro, Domingo, 14.02.10

 

PAULO RANGEL tem razão:   Os dois administradores da PT implicados nas escutas deveriam cessar de imediato as suas funções.

Mas porque não ousa mais, caro Paulo Rangel!?

Sabendo-se, como agora se sabe, que um dos administradores da PT ( pelo menos ) ganha DOIS MILHÕES E MEIO DE EUROS por ano , Paulo Rangel deveria também sugerir um reenquadramento salarial naquele organismo. Caso contrário, tudo continuará como dantes, quartel general em Abrantes...

 

 

Face Oculta
Paulo Rangel pede «afastamento dos dois administradores da PT» nomeados pelo Governo
Paulo Rangel, candidato à liderança do PSD, defende o «afastamento dos dois administradores» da PT nomeados pelo Governo e considera que uma moção de censura é «uma forma hábil» que o PS encontrou para exigir explicações ao Executivo

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às 21:53

ESTA É UMA GRANDE NOTÍCIA PARA OS AGUIARENSES E NÃO SÓ

por cunha ribeiro, Sábado, 13.02.10

 

Parques de Vidago e Pedras Salgadas reabrem em 2010
 
 

Em 2010, os Parques de Vidago e de Pedras Salgadas reabrem ao público. A Unicer apresentou, em Lisboa, o ponto de situação das obras de reconversão dos Parques de Vidago e de Pedras Salgadas, projectos que visam conferir dimensão e competitividade à região turística do Norte e Alto Douro.

Para a Unicer, um dos principais investidores privados no Norte do país, os projectos em curso são duas obras de futuro, com forte sentido de Responsabilidade Social da empresa. A qualidade global dos projectos para os Parques de Vidago e de Pedras Salgadas está patente nas intervenções do conceituado arquitecto Álvaro Siza Vieira e nos materiais e soluções técnicas encontradas que preservam as características arquitectónicas e os ambientes únicos de cada Parque.

A recuperação do Parque de Vidago, com 100 hectares, destina-se a um projecto de desenvolvimento da marca e é também de forte responsabilidade social, ao requalificar um património histórico para as futuras gerações. As obras preservaram as características arquitectónicas e paisagísticas originais num espaço agora modernizado e vocacionando para o turismo do século XXI.

A reinauguração do Parque de Vidago acontece em Outubro, numa dupla comemoração do centenário da República e do Vidago Palace Hotel, que mantém a tradição e o posicionamento de luxo de há 100 anos. Nessa data, o Vidago Palace Hotel irá acolher a mostra fotográfica “Viajar. Viajantes e turistas à descoberta de Portugal no tempo da I República”, uma das exposições itinerantes do programa oficial das comemorações do centenário da República, que incide na retrospectiva do Turismo em Portugal, desde o início do séc. XX.

No Verão de 2010, o Parque de Pedras Salgadas reabre ao público. Nessa data, a comunidade poderá usufruir novamente da avenida principal, da piscina e do espaço arbóreo envolvente, áreas que estão totalmente recuperadas. Com o aproximar da época termal, já no próximo mês de Maio, o SPA Termal será oficialmente inaugurado.

Estas são prioridades da empresa para Pedras Salgadas que, perante a actual conjuntura económica, associada a um processo de recuperação que se quer sustentável, rigoroso e de qualidade, não permitiu a concretização do projecto global numa única fase, como inicialmente previsto. Este ano será anunciado o projecto definitivo para o hotel de Pedras Salgadas.

 

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às 18:43

AMIGOS DE INFÂNCIA

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 10.12.09

  

O meu primeiro amigo foi um vizinho (que não vou nomear, mas a ele  talvez não seja difícil ver-se aqui retratado), com o qual brinquei durante toda a infância. Corríamos juntos; cantávamos juntos; ríamos juntos; estudávamos juntos. Íamos as ninhos, os dois; armávamos "ratoeiras" ( nos dois sentidos...) os dois... Chegámos a "fumar mata ratos" (!), os dois.

Mas o que melhor eu recordo ter feito, na companhia desse meu amigo, e que relembro com pesada nostalgia, foram duas coisas que a passagem do tempo, em vez de apagar, parece iluminar cada vez mais. Coisas simples... Mas tão alegremente (con)vividas, que ficaram pra sempre, na minha memória.

Uma delas, foram os repetidos convívios em dias de fortes nevões. ( Todos os anos havia um, pelo menos). Logo de manhã, se estávamos em tempo de escola, a alegria de estarmos livres para fazer outras coisas irmanáva-nos numa festa interior exuberante . Depois de um caldo de cebola bem recheado com broa, lá íamos nós, quelha abaixo, por trás das "nossas" casas, com duas ratoeiras escondidas debaixo das samarras, e  toca a armá-las, ou na cortinha, ou, um pouco mais longe, no fojo. Depois, íamos "a galope" para o "escorrega"... ( "Escorrega"?! - perguntarão. Numa aldeia de há quarenta anos?! - interrogar-se-ão. Não, não havia na aldeia nenhum escorrega, como os que hoje se vêem...O escorrega de que vos falo era muito mais natural...e circunstancial... Era uma espécie de prenda do Pai Natal... "entregue" no dia seguinte a uma grande nevada - depois de uma forte geada em cima da dita). Para ser mais preciso: o nosso escorrega era toda a ladeira junto da capela do santo.

Depois de um pequeno balanço, projectávamo-nos com os pés em paralelo, lateralmente por causa do equilíbrio, e lá íamos nós a escorregar dezenas de metros... provando a quem nos via que não era preciso fazer ski, para ter sensações parecidas.

 Esta foi a nossa brincadeira de vários invernos.

 A outra, acontecia nos dias quentes de Verão. Íamos até à rebolfa ( uma represa do rio corgo), tirávamos a pouca roupa que tínhamos, e toca a mergulhar na água fresca da "presa".

Numa dessas tardes de perfeita loucura, quis mostrar ao meu amigo a minha recente habilidade aquática ( uma pirueta a anteceder um mergulho...) Tomei o inevitável balanço... e..."catrapuz"... o raio da pirueta ficou mais ou menos a meio... e a minha cabeça, em vez de ficar de novo virada pra cima... enterrou um pouco na areia... o suficiente para eu ficar desnorteado... Valeu-me o amigo expedito, que, ao ver-me tempo demais de pernas viradas pra cima, temeu o pior, e saltou, arrancando-me pelos braços a cabeça da areia... segundos depois, a relva verde de um lameiro,  ao lado do rio,

bebia da mesma água que eu tinha bebido... que eu lhe oferecia soltando urros vindos do fundo do estômago...

( Piruetas no rio? Nunca mais, a partir dessa tarde menos feliz...).

 

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às 22:38

UM OLHAR SOBRE A BELEZA MONTANHOSA DE ÁLVARO, NO CONCELHO DE OLEIROS, DISTRITO DE CASTELO BRANCO

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.11.09

 

 Pequena homenagem a quem nos visita e vive  por estas bandas...

 

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às 17:30

UMA OLHADELA PARA FRANÇA ( Há quem conheça muito bem este local... e é da nossa aldeia)

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 06.11.09

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às 10:56

GOUVÃES É NOTÍCIA

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 16.10.09

Ignoro quem tem governado os destinos do Partido Socialista de Vila Pouca de Aguiar, desde que cedeu o poder ao PSD. 

Mas, seja quem for, devia reflectir muito bem nos sucessivos resultados eleitorais que os têm afastado desse poder. É que já são doze anos sem "cheirar" a vitória. E doze anos é uma vida!

É óbvio que a concelhia do P.S. se deveria demitir. Mas também é evidente que terá de haver quem os substitua.

Mas quem quererá assumir o comando de um barco à deriva?

Embora o barco esteja à deriva, há, neste momento, tempo suficiente para o levar a bom porto.

Mas quem assumir o comando não pode manter o rumo que o tem feito sucessivamente encalhar.

 O rumo deve ser outro.

Caso não seja, o PS de Vila Pouca terá certamente, não uma dúzia, mas, pelo menos, dezasseis anos de abstinência.

Ou seja, um jejum nunca visto.

Quase duas décadas fora do poder, não por fatalidade, mas por teimosia, será o maior exercício de masoquismo político da história do PS de Vila Pouca.

 

Não será despiciendo aprender com aqueles que têm sucesso.

Por isso, o "Comando Geral do PS aguiarense" deveria estudar com muita atenção dois fenómenos paradigmáticos desse sucesso:

 

O de GOUVÃES DA SERRA, onde o P.S. venceu dois mandatos consecutivos e se prepara para vencer outra vez ( ou vender cara a derrota);

 

E o de TELÕES, onde o P.S. cilindrou os seus adversários, com um candidato chegado de fresco.

 

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às 22:59

ENTRE VILA POUCA E O COVÊLO

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 17.09.09

 

 
Ao Nascer do Rio Corgo 
 
Talvez os deuses do Olimpo se tenham rendido à simpatia e simplicidade dos  aguiarenses do vale do Corgo e , em celestial reunião, delegassem em “ Tellus”, a deusa das terras férteis, o poder de decidir a melhor sorte e amparo para tão extensa e produtiva terra. Assim, toca a extremosa divindade a fazer crescer à volta da planície duas prodigiosas montanhas que, como uma concha, se unem fechando o vale no Covêlo ,e se afastam, abrindo-o em Vila Pouca.
Fértil como poucos, este grandioso vale de Aguiar nasceu e cresceu bebendo a seiva do Corgo – rio que nasce e renasce nas entranhas da Mãe - Vila - Pouca , que enche e reenche as veias e artérias das terras aguiarenses, inundando-as de vida, e ganha balanço nas escarpas de Vila Real para desaguar limpo e transparente no leito do Douro.
Mas é ali, junto às origens, que, ao longo das estações, o Corgo se desfaz em amabilidades: Nos picos solares do mês de Julho, lá vai ele socorrer a rama murcha dos batatais , ou as raízes sedentas dos milheirais; nos frios meses de Inverno, ei-lo pronto a inundar os campos cobertos de geadas , devolvendo a cor verde à brancura gelada dos lameiros e  nabais. E é este espectáculo de cor e de vida, esta festa da natureza, que os seus olhos querem ver do alto das penedias que tocam o céu no cimo  da Padrela e beijam as nuvens na crista do Alvão: Suba à Serra da Padrela. Escolha aquela  varanda , de onde todo o vale se avista, numa soberba visão panorâmica - o Viveiro de Parada. Sente-se num dos prodigiosos muros aí erguidos nos meados do século passado pelas mãos calejadas dos aldeãos de Aguiar. Olhe à sua frente. Que vê?
Do outro lado do Vale, uma serra rendilhada aqui e ali de imponderáveis casarios. Quase no cimo do monte, entre Soutelo e Pontido, uma imponente abóbora granítica , coroada pelas paredes soltas do castelo de Aguiar, como se fosse um posto de vigia guardando  as aldeias que  se estendem pelo vasto flanco da serra do sabugueiro.
E em baixo, junto ao Corgo jovem e ancestral, nos prados verdejantes que o acompanham, lá estão as manchas pretas e brancas de manadas prenhes de leite, pastando a tenra verdura dos lameiros ; lá está o frondoso renque verde dos amieiros, assinalando o lento serpentear  do rio; e o vai - vem de velozes automóveis a aproveitar a recta sem fim; e a  ex-fábrica de Tabopan a lembrar o seu curto passado de glória; lá está Telões, a  Igreja paroquial, o Padre Gil e a maior festa do Vale de Aguiar, no mês de Julho. E olhe o Pontido e a  sua banda  secular, lembrando procissões e romarias; Olhe Soutelo, a igreja paroquial e o Padre Amaro a ler e a ralhar do altar; Lá está Fontes e a Tele-escola; Lá estão Souto e Soutelinho ;Repare, quase em cima do vale, a aldeia de Vila-Chã e a da  Carrica a cheirar a pão quente; e veja, a trancar as portas do vale, o quase escondido Covêlo.
Suba agora a serra do sabugueiro, por entre frondosos carvalhais, até ao Castelo. Ei-lo, em crista,alcandorado no dorso rochoso de um enorme penedo.Impressione-se, agora,com  a dimensão e peso das pedras das paredes seculares, mesmo em cima da maior rocha das serranias que circundam o vale. É obra! “Como foram elas ali parar!” Sinta a vertigem dos píncaros desamparados. Qualquer aragem , ali, pode ser vento. Sinta-se alucinado com a imensa grandeza e profundidade  do vale:
Ao longe, ao fundo, para além do rio, Tourencinho, resguarda-se à sombra de fragas angulares, deixando sem espaço a natureza; e, em cima, em plena serra, quase no ermo, a Sra do Extremo , religiosamente só, na sua capela solitária ; O seu olhar curioso e vadio vai subindo o flanco serrano. Lá está a Gralheira ; Olhe ,agora, Zimão, terra do “Santo” Padre Manuel do Couto. Eis Parada do Corgo ou de Aguiar, a festa de S.Pedro, e o Comendador Pedreira; e olhe Freiria e Montenegrelo, tão juntas, à beira da sua minúscula capela de S. Bento.
E lá em cima, nos antípodas do Covêlo, a olhar, a norte, a vizinha Espanha e a sul o Vale que o seu filho rega, sobranceira, a “ legislar” o destino das gentes que a circundam, eis, no centro de uma soberba rotunda estradal, Vila Pouca de Aguiar, a unir em urbana fraternidade as vertentes serranas da Padrela e do Alvão: de um lado, o casario de Castanheiro Redondo, nos ombros da serra, a encher de vida as manhãs de sol nascente; do outro, o povo das Barreiras, nas faldas vertiginosas da montanha, sarapintando  as tardes de sol poente. E ao cimo destas, imponente e majestosa, no altar que lhe edificaram os aguiarenses, a Sra da Conceição  olha serenamente o  Vale de Aguiar -  que quis encher de enorme  riqueza e abençoar de eterna beleza.
 
 
                                        

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às 22:17

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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