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ela, 2. antonio candido . 8341659518_ecc98db9f2_m . Cândida dos Reis Dias Pinto . minha foto. agostinho ribeiro . agostinho . francisco gomes .

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PARADA DO CORGO

viveiro em 1987


Na Internet, Onde?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 14.01.15
Rede de Pontos de Água
Rede de Pontos de Água

A Proteção Civil Municipal criou uma Rede de Pontos de Água, na qual estão identificados 28 pontos de água devidamente aptos à logística dos meios terrestres e aéreos no ataque a incêndios que possam vir a ocorrer.

 

A Câmara tem procedido à limpeza dos pontos de água. Um dos mais recentes é o ponto de água de Pielas que, após vários trabalhos logísticos (que contaram com os apoios da União de Freguesias de Pensalvos e Parada de Monteiros e do Conselho Diretivo de Parada de Monteiros/Pielas), tais como o acesso e limpeza do local, serve de apoio às áreas florestais na área envolvente. Com este novo ponto, o território concelhio passa a estar completamente abrangido.

 

Para João Fontes, da Proteção Civil Municipal, os pontos de água identificados «estão bem distribuídos pelo concelho» e com acessos para melhor auxiliar os bombeiros no combate aos fogos. É de referir ainda que estes locais já foram comunicados às diversas autoridades envolvidas e surgem referenciados na Internet.

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às 10:09

O ARRASTÃO AGUIARENSE

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 25.08.14

 

   Um monstro de pedra jaz pesado no asfalto  da EN2, em Vila Pouca. Olho  aquela montanha de pedra e interrogo-me:  como pode este monstro cinzento sair do seu sítio sem a força mecânica da máquina?!  É que aquilo não é uma pedra, aquilo é  um vulto rijo e escuro que assombra, um  enorme penedo que alguém “roubou” à montanha.

 Olho de um lado, olho  do outro. Percebo agora melhor a humana proeza.  Um violão de cordas, espessas, grudadas à rija pedra, estendem-se por largos metros ao longo da estrada; vários  voluntários, de camisolas distintas,  juntam-se em grupos. São as freguesias de Vila Pouca, assim representadas, que se preparam para domar o penedo. Centenas de homens, mulheres, rapazes e raparigas esperam que os chamem  à corda.

 Por ordem alfabética o speaker vai chamando os grupos um a um.  Eis Soutelo prestes a enfileirar junto à corda. “ Vila Pouca de Aguiar,  prepara!”.  Para a corda a Vreia !

A força dos homens - quando todos puxam para o mesmo lado – é avassaladora.

Um sermão “da montanha” ecoa agora  através do extenso aglomerado de espetadores. É o elogio da pedra, e do granito, que ecoa na atmosfera aguiarense.

 É dado o sinal de arranque.  As cordas esticam. De um gesto só, centenas de braços puxam  olhando em frente.

 Lá vai o monstro. Soberbo. Pesado. Gigante.  Submisso à  força do homem. De rastos até  à meta.

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às 22:25

A Intenção parece boa

por cunha ribeiro, Sábado, 25.01.14
Câmara incentiva produção pecuária
Câmara incentiva produção pecuária

 

Mas faz-me lembrar a de Manuela Ferreira Leite quando tentou incentivar os contribuintes a pedir recibo. Como não compensava , ninguém pediu.

(CR)

 

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar vai incentivar a produção pecuária no concelho com apoios financeiros aos criadores de gado por cada animal que criem na respetiva exploração agropecuária.

 

Para o presidente da Câmara Municipal, Alberto Machado, é crucial estabelecer um apoio «à manutenção da atividade agropecuária para garantir a qualidade do produto final» e que os produtores pecuários obtenham condições de trabalho que assegurem a continuidade de «uma atividade económica importantíssima» para o concelho de Vila Pouca de Aguiar. O autarca pretende fortalecer a capacidade de promoção dos produtos em sinergia com o esforço dos agrupamentos de produtores e outros agentes locais na comercialização de produtos de qualidade.

 

Tendo por base o Regulamento Municipal de Concessão de Apoio Financeiro Destinado ao Fomento da Produção Pecuária, que em reunião de Câmara de 23 de janeiro foi aprovado por unanimidade, serão atribuídos apoios financeiros anuais aos produtores de bovinos, ovinos e caprinos que sejam titulares de exploração agropecuária no concelho, apresentem comprovativo da existência dos animais e cumpram as obrigações sanitárias dos seus efetivos, nomeadamente pela vacinação.

 

Nesse sentido, por cada animal, a Câmara atribui incentivos para a produção de bovinos (cinco euros) e para os pequenos ruminantes nos ovinos e caprinos (um euro). Com estes incentivos, pretende-se que a ruralidade continue a ser um traço distintivo no concelho, onde existem 662 explorações agropecuárias que contêm cerca de 14. 800 animais.

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às 18:05

O Centro Social Senhora do Extremo de Novo em Destaque

por cunha ribeiro, Sábado, 28.12.13

 

 Ao coordenar, juntamente com o professor de Moral da Escola C+S de V.P.A., a entrega de cabazes de Natal pelos mais carenciados do Concelho de Vila Pouca de Aguiar. Foram CINQUENTA os cabazes entregues.

 Parabéns a mais uma excelente iniciativa num domínio que as pessoas têm em geral votado ao esquecimento.

 

FCR

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às 19:05

O que vai ser isto?

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 13.12.13

Vila Pouca de Aguiar é um Município Go Local:


Por uma Cidade Sustentável. Com a assinatura da Declaração (a 27 de agosto) pelo autarca Alberto Machado, o Município está empenhado em promover «a sustentabilidade económica, social e ambiental».
“Go Local: Por uma Cidade Sustentável” é um projeto europeu, implementado em Portugal pelo Instituto Marquês Valle Flôr, que permite integrar uma rede de agentes públicos e privados que contribui para o desenvolvimento sustentável nas áreas económica, social e ambiental. A representante da equipa do projeto, Ana Castanheira, e o coordenador municipal, Duarte Marques, também participaram na sessão que marca o início de Vila Pouca de Aguiar como um Município Go Local: Por uma Cidade Sustentável.
A Câmara procura assegurar o equilíbrio entre o global e o local e consolidar uma cidadania ativa, privilegiando a democracia participada, a equidade social, a gestão e distribuição de recursos com justiça e transparência, e aplicar boas práticas de gestão ambiental, entre outras metas que contribuem para um futuro sustentável.

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às 16:21

Valoura - Uma Aguarela Naturalista

por cunha ribeiro, Domingo, 17.11.13

 

 Ontem, a oportunidade de, pela primeira vez na minha vida, visitar uma aldeia bem singular do concelho de Aguiar. Depois de ter perguntado pela Sr.ª professora (ou seria regente?) Carolina (ou teria outro nome?), em Soutelinho do Monte, aldeia a norte do nosso concelho, que na minha infância tivera o privilégio de conhecer, e receber da saudosa senhora uma pequena bola de borracha inesquecível,  voltei à esquerda, e segui na direção de Vila do Conde.

Ao iniciar a descida, pela encosta de uma colina, deparo subitamente com um soberbo quadro naturalista, uma pintura outonal, que em sonho poderia ser um valioso "Monet".  A aldeia, ao longe, profundamente cavada em pleno centro de um pequeno vale, dir-se-ia um parque de campismo belo e robusto, feito de telha e de pedra. À volta, o arvoredo parece descer em bandos multicolores,  dos vários  cumes da serra.

 Na aldeia, figueiras várias estendem, a quem ali passa, ramos espessamente caregados de um prodigioso manancial de figos pretos. As casas, simples mas bem cuidadas, surpreendem pela robustez, pela harmonia arquitetónica; e as fontes e fontenários, plantados aqui e ali,  ao longo das ruas, são testemunhas ímpares de que em Valoura  a mãe natureza é pródiga com os seus filhos.

 

FCR

 

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às 18:08

Partido Socialista Muito Bem Representado por Agostinho Santa

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 13.11.13

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às 17:23

EXCELENTE CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DA NOSSA ALDEIA, POR ERMELINDA, FILHA DE BERNARDINO CLARA

por cunha ribeiro, Sábado, 05.10.13


Olá Francisco, boa tarde.Quero contar-lhe um facto sobre a nossa terra que o meu pai me contou e talvez goste de saber.


Ia o meu pai, Bernardino Clara,  mais um grupo de pessoas (o nome ele ja nao se recordava bem) para um terreno que trazia junta aàcapela de São Pedro. Ao chegarem ao cruzeiro ele tinha sido deitado ao chão por um senhor de nome José, filho de um senhor da Lixa que se chamava Laurentino, negociante de produtos agrícolas.

Com o acontecido, e porque era um marco de grande valor  na aldeia, tinha que erger-se outro igual. E ficou o meu ai encarrege de procurar quem o esculpisse e arranjar a pedra parra isso.

Apedra foi oferecida pelo senhor José Freitas e pelo cunhado o senhor Felismino (irmão do senhor João Guarda) marido da senhora Cândinha Freitas. Eles levaram o meu pai a um terreno em quintela onde estava a referida pedra.O tranporte foi o meu tio Albertino, irmão de minha mãe Ana Clara.Quem o esculpiu e montou no local foi um senhor  de Telões que se chamava Otávio. O preço, segundo o meu pai, foram 11 notas de cem ou seja 1100$00 ,sendo que o responsável pelo acidente pagou 500$00 e o restante foi de um peditorio feito pelo meu pai e pelo pai do senhor Aprígio.

No dia da benção houve uma celebração com cânticos  desde a saída da capela de Sao Pedro,  e foguetes para assinalar a festa.


Espero que goste e muito obrigada pela atenção,


cumprimentos


Ermelinda Amador.

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às 18:20

A PRAÇA VERMELHA

por cunha ribeiro, Segunda-feira, 11.03.13

 

 

Informa o Mensagens desta semana que os feirantes aguiarenses andam em polvorosa devido ao seu descontentamento com a agora afamada "Praça Vermelha".

Ia tendo um ataque ao ouvir este nome, politicamente pouco correto, e tão sugestivo como se lhe chamassem "Praça Álvaro Cunhal", ou " Praça Domingos Dias".

Informa ainda o Mensagens que os senhores feirantes, ao mesmo tempo que lançam à Praça o dinamite da sua indignação, alegando não ser funcional, exaltam-lhe o brilho e o luxo.

Pois bem, cá estamos nós a extremar argumentos. Sempre a saltar do oito para o oitenta, sem a mais leve ponderação. Somos uns exagerados.

E somos exagerados porquê?

Primeiro, porque afirmamos convictos - e daltónicos - que a Praça da Feira é Vermelha, quando ela é absolutamente "cor de laranja". Segundo, juramos que ela é um luxo, quando a haver luxo, não é certamente no Largo da Feira. Luxo existe sim no lado oposto, frontal ao Palacete, onde o granito é rei e senhor. Luxo há-o aí exposto em largas dezenas de metros quadrados, de sumptuoso lagedo, chegando  ao requinte de se colorir um brasão em plena via central e histórica de Vila Pouca.

 

CR

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às 10:49

NEVÃO EM VILA POUCA

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 23.01.13

 

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

 

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
- e cai no meu coração

 

Augusto Gil, Luar de Janeiro


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às 20:22

Capela de Parada de Aguiar e Rua do Arco, com ef. especiais


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